Quem sou eu

Minha foto
Sociologist by the University of Haifa, specialized in approaches for the gates of knowledge improving communication between Jews and non-Jews. This is an open way to communicate with Jews from Israel, USA, Canada, Europe or those who live in Latin American countries but do not speak Portuguese (in Brazil) or Spanish (all other countries besides Guianas)

O que é Comida Casher, ou Kosher?


 

Comida kosher é um alimento judaico preparado de acordo com a Torá, o livro sagrado dos judeus e a palavra kosher em hebraico quer dizer "permitido", "próprio" ou "bom". 

As leis judaicas só permitem o consumo de carne de animais ruminantes e com casco fendido (partido), considerados puros. 

Por isso, os judeus não comem carne de porco, que não são ruminantes. 

Com relação aos peixes, estão liberados aqueles que têm escamas e barbatanas, pois ao contrário de outros animais marinhos, como camarões, polvos e lulas, não se alimentam de detritos e restos de animais encontrados no fundo do mar. 

Quanto às aves, a proibição recai sobre as de rapina, já que elas se alimentam de restos de outros bichos. Os animais considerados puros devem ser mortos em um ritual cheio de regras. 

Não é permitido que sofram antes de morrer e, depois de abatidos, seu sangue deve ser completamente drenado. 

Vegetais com insetos ou larvas (tolayim) também não são casher.

Os alimentos kosher custam mais do que os convencionais e precisam da aprovação de um rabino douto no assunto para serem vendidos.

Humor Judaico - Notícias de Chelm: Um Relógio no Vagão.








A praga do Sangue: Dam x Damim

Do Sábio Zera Shimshon

Não só a escravidão cessou quando começou a primeira praga, como os judeus já começaram a enriquecer vendendo água pura aos egípcios.  

E porque justo do sangue começaram a enriquecer? 

O termo hebraico DAMIM, é o mesmo que "sangues", mas também significa DINHEIRO. 



Exemplo: Aluguel em hebraico = Dmei Sechirut. 

Hashem pagou aos egípcios Midá Kenégued Midá = medida por medida: 

Assim como eles tiraram o sangue dos hebreus escravizando-os, tiveram que pagar o equivalente a sangue = dinheiro, comprando deles água pura pois para eles estava imbebível! 

Daqui também aprendemos que uma indenização por causar ferida ao próximo deve ser reparada com grana.

Comer e beber bem - Zera Shimshon Tazria

 Do Zéra Shimshon - O Yehudi deve alegrar-se com a vida, comer e beber bem

(de modo casher e mutár), para que não se lhe ocorram intempéries


 כן אמר להם אתם לאכול ולשתות

ולשמוח, וממילא לא יבואו עליכם נגעים כל        




זרע שמשון"  -פרשת תזריע אות ד"


 Fonte: www.zerashimshon.co.il

"Machar" de Naomi Shémer - Versão Tropicasher!




Pérek Shirá Tropicasher - O Cântico dos Cânticos narrado em Português!




Mantendo o Foco - 28 de Fevereiro, 2022 - 27 de Adar Alef, 5782 - www.emunahtododia.com

 

Mantendo o Foco

 

Se uma pessoa quer algo desesperadamente, mas chances de conseguir o que quer serão determinadas por um certo indivíduo, naturalmente a pessoa colocará muito esforço e fará tudo que estiver ao seu alcance para fazer com que ele a ajude. Ela poderá pensar neste indivíduo durante o dia, imaginando se ele a ajudará até que as palmas de suas mãos fiquem suadas só de pensar nisso. Ela poderá perder a concentração em diferentes tarefas nas quais está envolvida, pensando será que o indivíduo entrará em contato com ela e lhe dará as boas notícias. Se ela tentar entrar em contato com o indivíduo e ele não atender o telefone, ela acha que isto significa que ele está mais inclinado a não ajudá-la e seu humor se altera. Se o número do indivíduo aparece em seu telefone, seu coração dispara. Porém, se a pessoa descobre que este indivíduo não é realmente aquele que poderia ajudá-la, em um instante, toda a sua atitude mudará. Ela não precisa mais impressioná-lo. Ela não precisa mais pensar sobre onde ele está ou o que está fazendo. Ele era a pessoa errada. Mas se lhe dizem que é outro indivíduo que poderia ajudá-la, e então este indivíduo se torna sua nova obsessão.Este cenário pode se repetir algumas vezes e a ansiedade que vem à tona como resultado disso pode ser muito difícil. Esta pessoa deveria tomar uma decisão consciente de parar de colocar sua confiança nas pessoas e dizer: “Todas as pessoas que eu acho que podem me ajudar não têm nenhuma influência em determinar se vou conseguir o que eu quero.” Se ela puder canalizar todos os seus sentimentos de ansiedade para Tefilot sinceras para Hashem, reconhecendo que Ele é o único com qualquer influência, isto lhe traria muita paz de espírito. E se ela realmente acreditar, esta será sua verdadeira fonte de yeshuá. Uma vez que a pessoa tiver feito sua hishtadlut, seu único foco deve ser em Hashem. Um homem me contou, que ele tem trabalhado em uma transação comercial por muito tempo, e isto tem lhe trazido uma alta dose de stress e ansiedade. Ele admitiu que colocou todo seu foco e energia em fazer o máximo de hishtadlut com o cliente. Ele colocou muito mais ênfase neste cliente do que em Hashem. Um dia, ele estava conversando com um amigo sobre a ansiedade pela qual estava passando e seu amigo lhe disse “Você está colocando sua energia no lugar errado.” Ele lhe deu muito chizuk dizendo para ele ter mais bitachon e confiança, em Hashem. Naquele momento, a pessoa decidiu mudar de foco.

Ela começou a rezar para Hashem com forças renovadas. Ela colocou toda a sua emoção em toda Tefilah. Ela parou de ficar enviando e-mails constantemente e fazer esforços demais para que o cliente concorde em fechar o negócio. Um dia, em Shacharit, ela implorou Hashem para finalizar o negócio, sabendo que estava completamente em Suas mãos. Cinco minutos depois de concluir sua Tefilah, ela recebeu um e-mail do cliente dizendo que tinha fechado o negócio. O melhor esforço que podemos fazer é colocar nosso foco em Hashem e reconhecer que Ele é o único que importa. Um Sr. me contou, que seu filho foi atropelado por um carro, lo alenu, e ele ficou em coma no hospital durante três semanas. Os médicos lhe passaram muitos relatórios negativos que ele não queria escutar. Ninguém sabia o que o futuro lhes reservava. Sua esposa lhe disse, “Agora que temos que usar máscaras, os médicos não conseguem ver nossos lábios se moverem. Cada vez que eles nos disserem algo, apenas diga אין עוד מלבדו – não há nada além do desejo de Hashem.” Eles continuaram esta prática toda vez que os médicos falavam com eles e eles acreditavam sinceramente nisso. Baruch Hashem, o filho deles está andando de forma saudável e com seu cérebro funcionando com plena capacidade. Não há nada no mundo que se compara com ter verdadeira Bitachon em Hashem. 
                                                                                -- Rav David Ashear 

O material deste e-mail é propriedade de Living Emunah e não pode ser postado em outros sites.

Assuntos Principais da Parashá Vaiakhel - Beit Hassofer.

 Assuntos Principais da Parashá Vaiakhel

 

 

Altar Incensório

 

O Serviço do Mishkan (35:1)

 

Na parashá anterior aprendemos a respeito das atividades envolvidas com a construção do Mishkan do modo como Hashem ordenou a Moshé. No dia seguinte ao Yom Kipur, quando Moshé desceu do Monte Sinai com as duas novas Tábuas da Lei, reuniu o povo judeu para ensinar-lhes a ordem da construção do Mishkan assim como de todos os seus utensílios, do modo como lhe foi ordenado.

 

 

A Santidade do Shabat (35:2-3)

 

Moshé abre o seu discurso com a obrigação do cumprimento do Shabat, para ensinar ao povo judeu, assim como na parashá anterior, que a construção do Mishkan não afasta a santidade do Shabat e não desobriga as proibições do sétimo dia da semana.

 

 

Um chamado aos voluntários (35:4-20)

 

Moshé conclama os judeus a doarem ouro, prata, cobre e demais materiais exigidos na construção do Mishkan e de seus utensílios. Faz também um chamado aos artesãos e especialistas para que dediquem suas habilidades e tomem parte desta tarefa.

 

 

Os judeus respondem positivamente a este chamado (35:21-29)

 

A Torá relata o entusiasmo com o qual o povo judeu responde ao chamado de Moshé; homens, mulheres, crianças, todos são voluntários e doam tudo o que tem em suas casas para a construção do Mishkan.

 

 

Indicação dos responsáveis chefes das atividades (35:30-35)

 

Sob as ordens de Hashem, Moshé aponta Betzalel ben Uri ben Chur da tribo de Iehudá como chefe das atividades artesanais do Mishkan e ao seu lado, Ahaliav ben  Achissamach da tribo de Dan. Ambos eram dotados de um talento impar para este tipo de atividade e assim que foram indicados para suas funções Hashem os encheu de Ruach Hakodesh (espírito Divino) para que pudessem cumprir integralmente e sem falhas com suas missões.

 

 

Em clima de entusiasmo (36:1-7)

 

Os artesãos do Mishkan são chamados a Moshé para receber os materiais necessários. Enquanto isso as doações prosseguem incessantemente. Os artesãos pedem a Moshé que o povo pare de doar materiais ao Mishkan, pois a quantidade de material é imensa e não há necessidade de mais doações. Moshé manda uma mensagem aos acampamentos judeus e as doações cessam. 

 

 

As cortinas do Mishkan (36:8-19)

 

Os artesãos do Mishkan fizeram suas cortinas tecendo uma fiação feita com diversos materiais. A fazenda continha vários desenhos, tecidos com sabedoria e esmero e que representavam diversas figuras. O Mishkan media 30x10 Amot (15x5 m) e coberto por  panos por todos os lados. Os panos eram amarrados uns aos outros por meio de ganchos de ouro e argolas. As coberturas superiores do Mishkan tinham desenhos de animais.

 

 

A Estrutura do Mishkan  (36:20-34)

 

O Mishkan era construído com uma estrutura de madeira e vigas de Acácia, cuja altura era de 10 Amót (5 metros) e a largura de uma Amá e meia (75 cm). As vigas eram encaixadas em bases de prata ligadas uma à outra por trincos. Ambos, vigas e trincos eram revestidos de ouro. 

 

 

A cortina e o véu de entrada (36:35-38)

 

A cortina (Paróchet) que separava a parte dianteira (ocidental) do Mishkan e o Hechál era também feita de uma espécie de crochê com figuras de anjos; ou seja, uma cortina bordada e enfeitada. A Paróchet era suspensa por colunas de madeira folheadas a ouro.

A entrada do Mishkan também era separada por uma cortina bordada e suspensa por vigas de madeira revestidas de ouro.

 

 

O Aron, o Capóret e os Kerubim (37:1-9)

 

No Santo dos Santuários (Kodesh Hakodashim), o lugar mais sagrado do Mishkan estava a Arca da Aliança (Aron) e dentro dele as Tábuas da Lei. O Aron era feito de acácia, como um baú com uma abertura superior. Este baú era encaixado dentro de uma estrutura de ouro com o mesmo formato e dentro dele outro baú, também de ouro.  Deste modo a Arca era revestida de ouro por dentro e por fora. Em torno da borda da Arca, Betsalel fez um ramalhete de ouro. Os quatro cantos continham argolas por onde passavam as barras que serviam para transportá-lo. Por sobre a Arca um tampo de ouro que a fechava. Sobre este tampo haviam duas figuras aladas com as asas abertas, que tinham o rosto de um bebê e que fitavam uma à outra.

 

 

A Mesa (37:10-16)

 

A Mesa servia de suporte para o Pão da Proposição (Lechem hapanim) – 12 pães em forma de U, cuja face ficava voltada para fora. Betsalel fez a Mesa de acácia e a revestiu com ouro puro. A Mesa também possuía uma estrutura com quatro cantos ornados e em cujas argolas passavam barras de transporte.

 

Os artesãos do Mishkan fabricaram utensílios variados para possibilitar o seu trabalho – pás, bacias, tenazes etc – feitos de ouro puro. 

 

A Menorá (37:17-24)

 

A Menorá também ficava no Hechal. Sua singularidade era ter sido feita de uma só peça, sólida e maciça, sem encaixes, parafusos ou soldas. Todos os detalhes da Menorá precisavam ser talhados a partir de um bloco maciço. A Menorá possuía Sete braços – 3 de cada lado e um braço central. Os utensílios feitos para limpeza, acendimento e manutenção da Menorá também eram feitos de ouro puro.

 

 

O Altar do Incenso (Mizbeach Haketoret) 37:25-28

 

Além do Altar que ficava no Hechal do Mishkan e era destinado às oferendas, havia um outro Altar, menor, revestido de ouro, sobre o qual se ofereciam os incensos. Este Altar era feito de acácia, era quadrilátero e media meio metro quadrado. Sua altura era de um metro. Também era ornado nos cantos com argolas por onde passavam barras que serviam para transportá-lo durante a jornada dos judeus até chegarem em Israel.

 

 

O Incenso e o óleo da unção (37:29)

 

Betsalel preparava um óleo especial para ungir o Mishkan, seus utensílios, bem como os Cohanim, assim como o incenso (Ketoret Hassamim), feita com onze especiarias. Tudo isto o fez de acordo com a fórmula dada por Hashem a Moshé no Sinai como descrito na parashá Tetsavê.

 

 

A Oferenda de Elevação (Mizbeach Haolá) 38:1-7

 

Na parte externa do Mishkan, havia um altar de madeira coberto de Cobre – o Altar Externo, onde eram feitos os sacrifícios. Media 2,5 metros quadrados e sua altura era de 1.5 m. Este Altar também era dotado de argolas por onde passavam barras que serviam para o seu transporte. Este Altar era oco, e quando os judeus estacionavam o enchiam de terra.  Em seus quatro cantos haviam chifres cobertos de cobre. Restava fazer uma rampa pela qual os Cohanim subiam para fazer as oferendas.

 

 

O Lavatório (38:8)

 

Para santificar os pés e as mãos dos Cohanim, Betsalel fez um lavatório de cobre sobre uma base de cobre, com as doações dos espelhinhos das mulheres de Israel, que os usavam para se enfeitar para os esposos.

 

 

O Pátio do Mishkan (38:9-20)

 

O Mishkan era construído sobre uma área cujo comprimento era de aproximadamente 50 metros e cuja largura era de aproximadamente de 25 metros. A maior parte desta área servia como um pátio para o Mishkan – a Azará. O pátio era cercado por cortinas de linho torcido estendidas sobre colunas de madeira fincadas sobre bases de cobre. O próprio Betsalel revestiu estas colunas de prata, bem como os ganchos sobre as quais elas eram estendidas.

 

(esta Parashá contém 122 pessukim) 

--
R Alexander Cohen
11 998880511

Postagens Anteriores

 
Copyright © 2011. O que é Judaísmo? - All Rights Reserved
Templates: Mais Template
{ overflow-x: hidden; }