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Sociologist by the University of Haifa, specialized in approaches for the gates of knowledge improving communication between Jews and non-Jews. This is an open way to communicate with Jews from Israel, USA, Canada, Europe or those who live in Latin American countries but do not speak Portuguese (in Brazil) or Spanish (all other countries besides Guianas)

Assuntos Principais da Parashá Tetsavê - BEIT HASSOFER

Assuntos Principais da Parashá Tetsavê


A porção Tetsavê continua os assuntos da porção anterior, Terumá, que ordena a construção do Mishkan e pormenoriza os detalhes da sua montagem.  Nesta parashá aprenderemos os detalhes dos mandamentos referentes ao preparo das vestes dos cohanim, sobre algumas oferendas e detalhes adicionais sobre o Mishkan.

O Azeite para a iluminação (27:20-21)

Hashem ordena preparar azeite puro para a Menorá do Mishkan. As lamparinas da Menorá serão acesas com azeite todos os dias. O acendimento será ao entardecer e deve ser colocado azeite suficiente para queimar até o amanhecer.

As vestes do Cohen Gadol – Sumo Sacerdote (28:1-43)




            É preciso coser vestes especiais para os Cohanim. O Sumo Sacerdote vestia oito peças: peitoral, efodtsits, manto, túnica com cavidades, tiara, cinto e calças. Um Sacerdote ordinário vestia somente quatro peças – túnica, chapéu, manto e calças.

O efod – um tipo de avental, que o Cohen amarrava por detrás, da altura do peito até os calcanhares. Da parte superior do Efod saíam dois pares de tiras, um dos quais circulava o corpo do Cohen e era amarrado atrás e o outro era um tipo de ombreiras que passava pelo seu colo. Sobre estas ombreiras eram posicionadas duas gemas na altura do peito, com os nomes das tribos de Israel encravados, seis nomes em cada pedra.

O Choshen (peitoral) – sobre um pano trançado com cinco tipos de fios eram incrustadas doze pedras preciosas e nelas encravados os nomes das doze tribos de Israel – uma tribo para cada pedra. Simultaneamente foram gravadas nas pedras as letras que formam as palavras – “Avraham, Itschac, Iaacov, Shivtê Ieshurun”. O Cohen Gadol ostentava o Choshen no peito por sobre o Efod. As pedras eram suspensas sobre o peitoral por meio de duas correntes de ouro curtas presas ao efod por engastes entrelaçados em duas argolas de ouro ligadas à parte superior do Choshen. Sob as pedras do Choshen, na parte dobrada do tecido, eram ligadas duas argolas, uma de cada lado, por onde passava um cordão de tecido azul celeste em torno do corpo do Cohen, para assegurar que as pedras não balancem durante a sua movimentação. Entre as dobraduras do tecido do Choshen era costurado um pergaminho com o Nome Inefável de Hashem. O Choshen servia como um “oráculo”. Ou seja, o Cohen Gadol argüia perguntas relevantes e ligadas ao interesse público, e as letras do Choshen cintilavam desvendando a resposta Celestial.  

O manto: por sobre a túnica o Cohen vestia um tecido de lã azul celeste. Sobre o manto eram amarradas setenta e duas campainhas, cujo ruído alertava sobre a aproximação do Cohen.     

O tsits (lamina de santidade): sobre a testa do Cohen Gadol era amarrada uma lamina de ouro gravada com as palavras “Kodesh leHashem”, com o Tetragrama Divino. A lamina era amarrada por dois fios azul celestes que circundavam sua cabeça e eram presos por sobre a nuca. Um fio azul celeste adicional era enfiado pela parte superior central do tsits, descendo sobre a cabeça por cima do chapéu do Cohen até as costas, onde era amarrado por dois fios longitudinais.    

A túnica: a túnica era feita toda de linho, tecida em forma xadreza e fechava pelos lados, de modo a poder ser vestida somente pela cabeça. A túnica era vestida sobre o corpo, apertada com um cinturão e sobre ela eram vestidos o manto e o efod.

O chapéu/mitra: O Cohen Gadol vestia uma espécie de chapéu em forma de mitra feito de linho. Consistia numa tira de oito metros que o Cohen enrolava por sobre a cabeça até tomar a forma de uma mitra. Os Cohanim ordinários tinham um chapéu semelhante, mas sob forma de turbante.

O cinto: o cinto consistia também numa faixa ou tira comprida e menos larga do que a mitra. Seu comprimento é de 16 metros e o tecido feito de quatro tipos de fio: linho, lã azul celeste, púrpura e carmesim. O Cohen o amarrava cingindo-o pela cintura.

As calças: eram feitas com fios de linho. O Cohen as vestia até uma altura superior à do umbigo, perto do coração e eles lhes chegavam até os joelhos. 

Santificação dos Cohanim (29:1-35)

Aharon e seus filhos foram escolhidos por Hashem para servirem no Mishkan. Futuramente, no Beit Hamicdash construído em Eretz Israel, os Cohanim, descendentes de Aharon da tribo de Levi serão os responsáveis exclusivos sobre os serviços do Templo.

Contudo, para que eles sejam santificados na pratica para o serviço Divino, Hashem ordenou que fossem oferecidos sacrifícios e libações especiais, que fossem vestidos com roupas de sacerdócio e sejam ungidos sobre as frontes com um azeite especial chamado “óleo da unção”. Tudo isto teria que ser feito sete dias após a construção do Mishkan e somente então a santidade dos Cohanim estaria completa para o serviço Divino.

Santificação do Altar e a Presença da Shechiná (29:36-46)

Também o Altar destinado à oferenda de sacrifícios havia de ser sacramentado. Por meio das oferendas especiais ali abatidas e ungidas com azeites de unção durante sete dias, o Altar era sacramentado e tornava-se para sempre apto às oferendas de sacrifícios.  O Altíssimo prometeu que após todos estes preparativos, a Sua Presença repousaria sobre o Mishkan e que por meio dele a Shechiná santificaria todo o povo de Israel. 

Altar do incensório (30:1-10)

Além do Altar da elevação que ficava no pátio do Mishkan para a oferenda de sacrifícios, dentro do hechal havia um pequeno Altar coberto de ouro, destinado à oferta de incenso.
Este Altar deveria ser feito com madeira de acácia e sua área era quadrilátera – meio metro quadrado. A altura era de um metro. O Altar era banhado a ouro puro e sobre ele havia um feixe de argolas para serem enfiados os panos cujo objetivo era permitir o seu transporte pelos israelitas.

Duas vezes ao dia, pela manhã e à tarde, o Cohen oferecia o incenso feito a partir da trituração de ervas diversas sobre este mesmo Altar.

Esta parashá conté 101 versículos.

-- 
R.Shmuel Lancry
    -989312690-

Onkelos haGuer (o converso) - o grande tradutor da Torá para o Aramaico.

Onkelos (אֻנְקְלוֹס) foi um cidadão romano que se converteu ao judaísmo
(c. 35–120 da Era Comum). É autor do famoso Targum Onkelos (c. 110 CE).

Targum da Idade Média

Onkelos no Talmud 

         Onkelos é mencionado várias vezes no Talmud . De acordo com as fontes judaicas tradicionais,  era um proeminente nobre romano , sobrinho do imperador romano Tito . De acordo com o Midrash Tanhuma era sobrinho de Adriano, e não de Tito. A história conta que seu tio, o Imperador Romano, aconselhou Onkelos a sair e encontrar algo que não valesse muito hoje, mas seria inestimável no futuro. Onkelos encontrou o judaísmo. Sua conversão é o tema de uma história em que ele primeiro consultou os espíritos de três inimigos falecidos de Israel para ver como Israel se saiu no Mundo Vindouro ( Gittin 56b). 
O primeiro foi seu tio Tito , que foi culpado pela destruição do Segundo Templo; o segundo foi o vidente Balaão, contratado por Balak rei de Moav para amaldiçoar a Israel; e o último foi Yeshu, um nome usado para aqueles que procuravam levar os judeus à idolatria, em particular um ex-aluno idólatra de Josué ben Perachiá no período Hasmoneu, bem como Menashé de Judá. 

(Em escritos posteriores, Yeshu é usado para Jesus, mas as opiniões
 diferem sobre se pode ser entendido dessa maneira no Talmud) 

Dizem que Onkelos viu todos eles sujeitos a punições humilhantes por ferir Israel. 
Quanto mais cedo o Talmud de Jerusalém o assunto dessas histórias é Aquiles, o prosélito, muitas vezes entendido como sendo uma pessoa diferente de Onkelos. A dificuldade com essa teoria, no entanto, é que o Talmud de Jerusalém diz explicitamente que ele (Aquilas, o prosélito) traduziu a Torá sob Eliezer ben Hurcanus e Josué ben Hananias. 
O Talmude Babilônico] repete a mesma tradição oral, mas desta vez o chama pelo nome de Onkelos, o prosélito, o que leva a concluir que o nome é uma mera variante de "Áquila", aplicada erroneamente ao aramaico ao invés do Tradução grega. Esta visão é apoiada por Epifânio de Salamina (século IV). 
Após sua conversão, o Talmud registra uma história de como o imperador romano tentou prender Onkelos ( Avodá Zará 11a). 
Onkelos citou versos do Tanach para a primeira legião romana , que depois se converteu. A segunda legião também foi convertida, depois de justapor a orientação pessoal de Deus de Israel no Livro dos Números à hierarquia social romana. 
Uma tática similar foi usada para a terceira legião, onde Onkelos comparou sua mezuzá a um símbolo de Deus guardando a casa de todo judeu, em contraste com um rei romano que tem seus servos o guardando. A terceira legião também foi convertida e nada mais foi enviado.

O Targum de Onkelos 

Segundo a tradição, Onkelos escreveu o Targum Onkelos como uma exposição da interpretação "oficial" do peshat (ou significado básico) da Torá recebida pelos rabinos Eliezer ben Hurcanus e Joshua ben Hananiah . [5] Isso ajudou a canonizar o status de Onkelos e seu Targum na tradição judaica.

Metodologia de Targum Onkelos 




FONTE DE APOIO: WIKIPEDIA

Há Bondades Boas - e Outras Nem Tanto! -----> Shabat Shalom TETSAVE (16 de Fevereiro)

ESTA EDIÇÃO é DÉDICADA EM MEMÓRIA DE

ORI ANSBACHER BAT GADI H”YD


Outro dia eu estava na fila do restaurante. Uma mulher à minha frente pediu ao atendente: Gostaria de um shwarma (um tipo de sanduíche, geralmente de carne de carneiro bem temperada, dentro de uma pita (pão sírio)). O senhor poderia, por favor, esquentar a pita antes de colocar a carne dentro? O rapaz que cuidava da churrasqueira respondeu: Não. A pita precisa ser esquentada depois que a carne está dentro, para se obter um melhor resultado. A mulher retrucou: Eu não quero que você faça desta maneira. Então me faça o shwarma sem esquentar a pita. Não, respondeu o churrasqueiro. Se a senhora quer uma pita aquecida, vou esquentá-la depois de colocar a carne dentro. A mulher apenas riu e exclamou: Isto é incrível!
            Lembrou-me de uma história sobre um pai que perguntou a seu filho, um escoteiro, se havia feito alguma boa ação naquele dia. O garoto disse: Sim, ajudei uma senhora de idade a atravessar a rua. Precisamos de 12 escoteiros para consegui-lo. Por que precisaram de 12 garotos?, perguntou o pai, curioso. E o filho respondeu: Porque ela não queria atravessar!!
            Quando praticamos atos de bondade, todos temos - alguns mais, outros menos – um certo benefício pessoal por fazer a gentileza. Esperamos que, ao agir com bondade, a pessoa beneficiada gostará mais de nós ou nos dará um desconto ou alguma condição vantajosa. Muitas vezes ‘distorcemos’ a bondade em nosso benefício.
            Nossos Sábios chamam o ato de se enterrar um falecido de ‘hessed shel emet’, a verdadeira bondade. Por quê? Como mencionamos acima, toda vez que fazemos uma bondade há uma certa expectativa de que a pessoa beneficiada retribua o nosso ato. Quando se executa os passos necessários a um enterro - a tahara (a lavagem e o vestir do falecido, enquanto se recitam preces) e a kevura (preparar a sepultura, comparecer ao funeral e fazer o enterro) – não existe a possibilidade de que a pessoa receba alguma retribuição do beneficiário de sua bondade. O falecido nunca irá retribuir a bondade que está recebendo. Sim, é verdade: o Todo-Poderoso nos recompensa por todas as mitsvót que fazemos, mas o falecido não retribuirá nossa bondade.
            A prece principal que um judeu faz três vezes ao dia é chamada de Shemoná Esrê (também conhecida por Amida, na qual louvamos D’us, fazemos pedidos para todo o Povo e o mundo, pedidos pessoais e agradecimentos ao Todo-Poderoso). Na primeira benção aparece a seguinte frase: Gomel Hassadim Tovim – Ele que nos concede boas bondades. Por que o Sanedrin, o grande tribunal rabínico que compôs o Shemoná Esrê, em sua imensa sabedoria, decidiu ser necessário incluir a aparentemente desnecessária palavra ‘boas’ para nos dizer que tipo de bondade D’us nos concede?
            A resposta é que D’us quis que imitássemos o Seu comportamento, para assegurar que a bondade que praticamos seja realmente ‘boa’. Todos nós temos a capacidade de tentar arrumar explicações e justificativas para os nossos atos. Nossos cérebros são ferramentas muito poderosas. Se você perguntar: Cérebro, dê-me 10 razões para assaltar um banco, ele lhe responderá: (1) Pense em todo o bem que poderá fazer com o dinheiro! (2) Ninguém sairá prejudicado, pois o banco tem seguro! (3) Será emocionante, etc. E se você pedir ao seu cérebro 10 razões para NÃO assaltar o banco, ele rapidamente responderá: “(1) Você provavelmente será pego! (2) Irá para a cadeia. (3) Envergonhará seus familiares. (4) É errado!”, e assim por diante. Todos nós precisamos estar conscientes das motivações por trás de nossas atitudes e ter certeza de que estão sendo feitas pelas razões corretas. Pergunte-se: “Por que eu quero realmente fazer isto?”
            Para ilustrar isto, trago-lhes uma historinha infame: Conta-se que um homem muito rico e miserável voltou à noite para casa e perguntou à esposa: O que temos para jantar? A esposa respondeu: Frango. Mas me parece que ele está com um cheiro esquisito! O marido disse: Sabe, avisaram que há um indivíduo carente que está precisando de comida. Vou pegar este frango e dar a ele. Você, querida esposa, prepare outra coisa para o jantar!
            No dia seguinte, o marido chegou mais tarde do que de costume e a esposa perguntou: O que aconteceu? O marido respondeu: Lembra-se do pobre que precisava de alimento e a quem dei o frango? Ele ficou doente e fui cumprir a mitsvá de bikur holim (visitar os enfermos).
            No terceiro dia, o marido chegou MUITO atrasado. Quando a esposa perguntou a razão, o marido respondeu: Bem, você se lembra do pobre a quem dei o frango e que ficou doente? Infelizmente seu estômago era muito sensível e acabou morrendo. Fui tomar as providências para seu funeral. Foi tudo muito triste, mas pensei no seguinte: ‘Não é maravilhoso que conseguimos fazer 3 mitsvót (alimentar uma pessoa carente, visitar um doente e participar de um funeral) investindo apenas um frango mal cheiroso?’
            Nossa lição: ao praticarmos atos de bondade, asseguremo-nos que seja um ato bom para seu recebedor e que seja algo que a pessoa realmente deseja!
Porção Semanal da Torá:        Tetsavê     Shemót  (Êxodos)  27:20 - 30:10
            Esta porção semanal traz a ordem Divina para o Povo Judeu produzir azeite para a Menorá, que era usada no Mishcán (o santuário portátil) e para fazer as roupas para os Cohanim, os sacerdotes. Depois seguem as regras para a consagração dos Cohanim e do Altar Externo. A porção conclui com as instruções para a construção do Altar onde será oferecido o incenso. A editora Artscroll lançou um DVD espetacular sobre este tema. Confira em www.artscroll.com/mishkan.

Dvar Torá:   baseado no livro Growth Through Torah, do Rabino Zelig Pliskin
            A Torá declara: “E você (Moshe) deve ordenar ao Povo de Israel que lhe tragam azeite de oliva puro, para iluminação, para manter acesa a lâmpada contínua (Shemót, 27:20)”.
            O Midrásh (coletânea de comentários sobre a Torá) comenta sobre este versículo que o Todo-Poderoso não precisa desta luz, mas nós, contudo, devemos acender uma luz para Ele, da mesma forma que Ele criou e mantém acesa a luz para nós. O Midrásh faz uma analogia com duas pessoas, uma cega e a outra não, que andavam juntas. A pessoa que enxergava guiou a cega por todo o caminho. Quando chegaram ao seu destino, aquele que enxergava disse ao cego para apertar o interruptor e acender a luz. “Quero que me faça isso”, disse ele, “para que não sinta um débito de gratidão por tudo o que fiz por você. Agora você também está fazendo algo por mim”.
            O Rabino Yerucham Levovitz (Polônia, 1874-1936) explicou que daqui aprendemos o que é um verdadeiro ato de bondade. Existem muitos motivos que uma pessoa pode ter quando faz favores para o outro. A essência da prática da bondade é fazê-la sem nenhuma expectativa de receber algo em retorno. Este Midrásh deve ser o nosso guia para quando fizermos um favor a outra pessoa. Nossa atitude deve ser voltada a ajudarmos o próximo sem esperar qualquer demonstração de gratidão em retorno.
            Muitas pessoas sentem um forte ressentimento em relação àqueles que não demonstram nenhum sinal de gratidão pelo que fizeram por eles. Embora a pessoa beneficiada deva sentir gratidão, alguém que beneficia os demais apenas pelo propósito de beneficiá-los e ajudá-los estará livre destes sentimentos negativos em relação a alguém que não retribui ou expressa seu agradecimento. Mais ainda, uma pessoa elevada fará o máximo para que a pessoa que está recebendo a sua bondade sinta-se livre de qualquer obrigação em relação a ele/ela.
O livro HaKtav V'hakabala, de autoria do rabino Yaacov Mecklenburg (Rússia, 1785-1855), oferece uma lista para nos orientar em como tratarmos os outros da maneira que gostaríamos de ser tratados:

10 DIRETRIZES PARA MELHORES RELACIONAMENTOS

(1) Não machuque as pessoas fisicamente, financeiramente, emocionalmente ou com palavras.
(2) Cuidemos das necessidades dos outros e de seus sentimentos.
(3) Sejamos verdadeiros ao cuidar dos outros, porque o sentimento é parte do cuidado - somos ordenados a sermos como D'us.
(4) Tratemos as pessoas com dignidade e respeito.
(5) Procuremos honrar os outros.
(6) Cumprimentemos as pessoas com alegria e busquemos o seu bem-estar.
(7) Condoamo-nos com os outros e os ajudemos em seus momentos de tristeza ou necessidade.
(8) Julguemos as pessoas favoravelmente.
(9) Não sejamos arrogantes com os outros.
(10) Alegremo-nos em sua felicidade.

Horário de Acender Velas de SHABAT (15 de fevereiro)
S. Paulo: 19:26 h  Rio de Janeiro 19:12  Recife 17:24  Porto Alegre 19:53  Salvador 17:43  Curitiba 19:39 B. Horizonte 19:11  Belém 18:13  Brasília 19:22 Jerusalém 16:47  Tel Aviv 17:04  Miami 17:55 Nova York 17:11

Pensamento da Semana:
Não espere de nenhuma pessoa mais do que você espera de você mesmo(a)!

 Rabino Kalman Packouz
 

Contate-me via Internet: meor018@gmail.com
Sugestão: mostre este texto a seus familiares! 
Ele é dedicado à memória de meu pai Zeêv ben Ytschak Yaacov Z”L
e meu sogro Haim Shaul ben Sara Z”L


ESTE FAX É DEDICADO À PRONTA RECUPERAÇÃO DE:
Aharon Dov Ben Hannah Lea - Avraham ben Guila – Baruch ben Ruth Lea - Biniamin ben Farida - David ben Ester - David ben Sara – David ben Rachel – Eliahu Aharon ben Hana Braindi - Eliau Haim ben Shefica Sofia – Gilbert Shmuel bem Mazal - Haim Avraham Tzvi ben Golda - Hersh ben Sara - Itschak Shalom Halevy ben Hannah Rivka - Kalman Yehuda ben Pessi – Lemon ben Tsirla – Mahluf ben Latife - Mendel ben Hava - Mordehai ben Sara - Moshe ben Lizette - Moshe Eliezer ben Devora Hana – Moshe Zalman Arie ben Nessia Feigue - Pessach ben Sima Rachmiel ben Etel – Reuven Avraham ben Ester - Tzvi ben Tsipora - Yaacov ben Golde – Rabino Avraham Haim ben Rechel – Rabino Azriel ben Roize – Rabino Israel ben Rachel - Rabino Meir Avraham ben Malca – Rabino Matitiau Haim ben Etl - Rabino Shimon ben Haia Sara - Rabino Ytschak Rafael ben Lea – Rabino Shmariau Yossef Nissim ben Batia - Rabino Shlomo ben Hodie Hadassa - Rabino Israel Avraham ben Sheina Rachel (Skulaner Rebe)
Aliza Bracha bat Tsivia - Alte Haia Sara Yudit bat Haia Roise – Dina bat Rachel Efrat - Eliana bat Hava - Ester Malca bat Hassia Sheine Perl - Hana Lea bat Hava – Hava Reizel bat Bracha Rivka - Mashe bat Shoshana - Mashe bat Beile Guice – Miriam bat Hassia - Orovida bat Yaziza - Sara bat Sheindel - Sara bat Toibe – Rachel bat Shoshana Reizel - Rina bat Sara – Ruth bat Shoshana - Shlime bat Batsheva - Tamar Ester bat Lea - Tzivia Chava bat Rivka e aos feridos em Israel

E à MEMÓRIA DE: 
BARUCH BEM REUVEN SHLOMO, YECHIEL MENDEL BEN SARAH, EFRAIM FISHEL BEN ESTER, RABINO REUVEN SHALOM BEN SOL SHULAMIT , RABINO MOSHE BEN RIVKA REIZEL , RABINO AHARON YEHUDA LEIB BEN GUITEL FAIGA, SHAUL BEN MEIR AVRAHAM, YERACHMIEL SHMUEL BEN ESTER, NAHUM BEN LEA, RABINO SHLOMO BEN ZLATE ESTER, MOSHE YSSER BEN SHIMON BETSALEL HACOHEN, ESTER BAT HANA, REIZEL BAT AVRAHAM, YEHIEL MENDEL BEN DAVID, YAACOV BEN MOSHE, AZRIEL BEN AVRAHAM, SHMUEL DANIEL BEN ZISSEL, HIZKIAHU ELIEZER BEN LEA, YAFA BAT SALHA, MORDECHAI ISAAC BEN DINA, AVRAHAM BEN MEIR, ITA BAT AVRAHAM, SHIRLEY BAT AVRAHAM, HAYA BAT YEHUDA BARUCH, AHARON BEN YEHUDA BARUCH, HaAri HaKadosh, HAIA MUSHCA BAT MARGALIT SIMA RACHEL, HAIA RIVKA RACHEL TZIVIA BAT TAMAR, MIRIAM BLIMA BAT HAIM LEIB, TAUBE YONA BAT ESTHER, HANA BAT MOSHE, MOSHE BEM REUVEN, ARIE LEIB BEN YTSCHAK,TSEMACH DAVID BEN HAIM LEIB, EZRA BEN ESTER, ytschak arie ben yossef tzvi halevi, YAKOV BEN SHEPSEL, FARAJ BEN THERE, AVRAHAM SHLOMO BEN CHASSIA SHENDEL PEREL, YAACOV NAFTALI BEM RACHEL DEVORE, GUILAD MICHAEL BEN BAT-GALIM, EYAL BEN IRIS TESHURA, JOSÉ SALEM BEN BOLISSA, KALMAN BAR YAACOV LEIB, ARIEL BEN YAACOV, LEAO ARIE BEN SONIA SHENQUE, NUCHEM BEN FRAIN, SHAUL BEN YOSHUA, SHLOMO BEN FRIDA, SHLOMO NAHUM BEN SHALOM, YAACOV BEN MENAHEM, YOSSEF HAIM BEN AVRAHAM, YEHOSHUA BEN AHARON YAACOV, NACHMAN MOTEL BEN DANIEL, LEIB BEN TSUR, MOTEL BEN MOSHE, HERSHEL BEN MANES, NATAN BEN AHARON WOLF HACOHEN, MENAHEM BEN YEHUDA BARUCH, ALTER YOSSEF BEN SHMUEL, EFRAIM FISHEL BEN MOSHE, EZRA BEN CLARA, rabino NOAH ISRAEL ben HARAV YTSCHAK MATISYAHU, YEHUDA ROZANCZYK ben MOSHE, YOSSEF HAIM bem AVRAHAM
SANDRA ESTHER BAT AVRAHAM, FAIGA BAT MORDEHAI HALEVI, MINDL BAT YOSSEF ,DINA LIBE BAT ETEL AZRAK, RUTH BAT SARA BRAHA, CHAIA RUCHEL BAT SINE, HAVA BAT AVRAHAM YAACOV, BASIA RACHEL BAT MAYER, RACHEL BAT HANNA, RACHEL BAT AVRAHAM SHMUEL, CARMELA BAT SHMUEL, RIVKA BAT DOV, SARA MALKA BAT ISRAEL, YEHOSHUA ben ISRAEL YTSCHAK, ELLIE ZALMAN ben AVRAHAM DAVID, R’ ARYE KUPINSKY H”YD, R’ AVRAHAM SHMUEL GOLDBERG H”YD, R’ KALMAN LEVINE H”YD E R’ MOSHE TWERSKY H”YD, RABINO ELIMELECH BEN BLUMA ROIZE
E à YESHUÁ DE: Mordehai ben Sara, Yehoshua Michael ben Sara, Eliezer ben Hana, Shimon ben Rivka, Menahem Mendel ben Miriam e Elisheva bat Shmuela, Haim Yehoshua ben Hana Shaindel e Lea Kreindel bat Hantse Yahat, Hagai ben Linda Ilana, Reuven ben Elisheva
E à libertação de: Ron ben Batia Arad, Yonatan ben Malca, Guy ben Rina, Zacharia Shlomo ben Miriam, Yehuda Nachman ben Sara, Tzvi ben Penina, Yaacov ben Sara, Ilya ben Sara, Yehoshua Michael ben Avraham, Meir ben Sara, Natanel ben Rivka

Um Chessed para Hashem?

Um Chessed para Hashem?


Quando o Povo Judeu saiu do Egito, eles seguiram Hashem e entraram no deserto sem saber como iam sobreviver. O versículo em Yirmiahu descreve a reação de Hashem a esse ato de Emunah: "זכרתי לך חסד נעורייך" “nunca vou esquecer este ato de chessed que vocês fizeram comigo”. Hashem “gosta muito” quando confiamos Nele. Ele chama isso de chessed de nossa parte.

Quando Bnei Yisrael precisavam sair do Egito, eles não possuiam os méritos suficientes para merecer a redenção. Então Hashem ordenou-os a cumprir duas mitzvot: a Mitzvah de Korban Pessach e Brit Milá. Essas duas Mitzvot foram o suficiente para merecerem algo tão grande, pois particularmente essas duas Mitzvot mostraram como o povo Judeu confia em Hashem. O carneiro que eles foram comandados a sacrificar era o deus dos Egípcios, Hashem queria que seu povo confiasse Nele e assim Ele iria proteger-los de qualquer vingança dos Egípcios. Eles foram comandados a fazer Brit Milá e no dia seguinte iriam sair do Egito. O Chatam Sofer diz que todos sabiam como é quase impossível viajar depois de ter um Brit Mila. Hashem queria que eles novamente confiassem Nele.

O Chatám Sofêr, de Pressburg

Quando o Povo Judeu estava na beira do Mar Vermelho e choraram para Hashem com medo, Ele disse a eles “sigam em frente”, aqui novamente vemos como Hashem queria que eles confiassem Nele. Isso é muito precioso e nós temos a oportunidade de fazer esse chessed toda hora. Quando uma pessoa se encontra numa situaçao que não faz o menor sentido e ele quer reclamar e se amargurar, mas em vez ele fala: “eu sei Hashem que isso tudo é de Você por isso confio que é o melhor para mim agora”. Ele transforma aquela simples situação no maior ato de chessed, confiar em Hashem. Não podemos imaginar quão grande ficamos ao falarmos palavras como essas.

O Rebe de Klausenberg escreveu uma carta agradecendo Hashem por todos os seus presentes na vida, isso depois de passar pela Segunda Guerra e perder sua familia inteira (sua esposa e 11 filhos), lo aleinu. Somente ele restou e recomeçou sua vida casando, tendo filhos e netos. Ele fundou uma Yeshivá, um hospital e outras instituições. Ele estava muito agradecido por todas as bondades que Hashem lhe fez, a ponto que perguntou: “O que será que fiz para merecer todos esses presentes de Hashem?” e assim ele escreveu: “Cheguei á conclusão que existe apenas uma coisa que posso afirmar que tenho ao meu favor: não importa o que me aconteceu nunca reclamei. Cada onda que vinha em minha direçao eu abaixava a cabeça e aceitava com amor”. Ele confiou em Hashem e sentiu que este era seu único mérito.

Confiar em Hashem é muito grandioso, e nós temos muitas oportunidades para praticar isso. Sempre quando temos vontade de perguntar a Hashem “Por que?”, podemos parar e falar, “ Hashem, Você sabe melhor, eu confio em Você”.

Foi isso que fez nossos ancestrais serem tão queridos nos olhos de Hashem e é isso que pode nos fazer grandes. Quando o Povo Judeu saiu do Egito eles estavam num nível de tumah (impureza espiritual) muito baixo, mas pelo fato que confiaram em Hashem o passuk diz: אהבת כלולותיך" "  Hashem amou-os tanto que comparou-os a o amor entre um noivo e uma noiva. Hashem ama quando confiamos Nele. Cada vez que fazemos isso, nos tornamos elevados.
 

 
                                                                                  -- Rav David Ashear 
 
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Iron Dome: A vontade à prova de tudo - emunahtododia.com

MENSAGEM #270

                 

Iron Dome

A vontade à prova de tudo 

            As pessoas não têm a capacidade de prejudicar as outras. Elas podem tentar o quanto quiserem, mas a vontade de Hashem sempre prevalecerá. A concorrência não consegue tirar nossa Parnassá, um colega de trabalho não consegue tirar nosso emprego, e um comentário não consegue arruinar um Shidduch. Às vezes, Hashem usará pessoas como veículos para tirar a Parnassa de alguém, ou para desmanchar um Shidduch, mas se a pessoa foi destinada a ganhar uma certa quantia de dinheiro, ou casar com uma certa pessoa, não há nada que ninguém possa fazer para desfazer isto.
 
Sefer Emunah Shelemah contou uma história sobre um casal de Israel que estava tentando casar seu primeiro filho. O Shidduch estava progredindo bem, e o casal estava a caminho de Bnei Brak para conhecer os pais da moça. O ônibus que eles iam pegar estava atrasado e havia muito trânsito. Eram dez para as nove, e ainda estavam a meia hora de distância, e o encontro estava programado para as nove.
 
Naquele momento, o marido (que chamaremos de Aharon) lembrou-se de uma promessa que ele havia feito e imediatamente disse a sua esposa que eles tinham que descer do ônibus. Certa vez, eles tinham ficado hospedados na casa de parentes em Bnei Brak por uma semana e a viagem tinha sido um desastre. Todo dia algo diferente acontecia. Um dia uma criança se machucou, no dia seguinte outra criança também se feriu.... Havia insetos e bichos lá. Eles tiveram alguns sustos, então Aharon disse, "Eu nunca mais volto para esta cidade novamente."
 
Agora, a caminho de Bnei Brak ele estava preocupado em violar sua promessa. Sua esposa lhe disse, "Vamos lá! Isto pode arruinar o Shidduch! Temos que ir. Eles estão esperando por nós!" Aharon ficou em dúvida decidindo o que fazer. Já estava ficando tarde. Ele finalmente conseguiu falar com seu Rabino que o repreendeu por fazer este tipo de promessa. Mas ele o autorizou ir até Bnei Brak. Eles chegaram no encontro 45 minutos atrasados.
 
Ao invés de inventar uma desculpa, Aharon lhes contou exatamente o que aconteceu, e ainda que fosse embaraçoso, ele lhes falou sobre sua promessa.
Baruch Hashem, o encontro deu certo e seu filho se casou.



Anos depois, em uma festa familiar, o pai da menina estava sentado ao lado de Aharon, e disse, “Nós temos um ótimo relacionamento. Sinto que agora posso lhe contar uma história do meu passado. Quando estávamos pesquisando a respeito de seu filho para a nossa filha, nós escutamos coisas maravilhosas. Quando pesquisamos a respeito de sua família, nós também escutamos coisas maravilhosas, mas um dia antes do nosso encontro, uma pessoa veio até mim e me disse que você não mantém a sua palavra e que você é pouco fiável. Isto nos deixou muito aborrecidos. Nós até pensamos em cancelar o Shidduch, mas decidimos levar adiante nosso encontro para te ver primeiro.
 
"Tínhamos que nos encontrar as 9:00, e vocês estavam muito atrasados. Nós dissemos, 'Esta é uma prova. Eles não são confiáveis. Eles não cumprem com sua palavra.' Então, quando você veio e nos contou o que realmente tinha acontecido, que estava disposto a arriscar perder o Shidduch que você ansiava tanto, somente para não quebrar sua promessa, isto causou uma grande impressão em nós. Nos mostrou que a pessoa que falou a seu respeito não sabia do que estava falando e nós prosseguimos com o Shidduch com alegria."
 
Aharon disse, "Pensando bem, o que eu achei que fosse algo muito embaraçoso, acabou sendo o meu maior bem. Esta viagem para Bnei Brak, que eu achei que havia sido um desastre, era tudo parte do plano de Hashem para fazer este Shidduch dar certo."
 
O que também observamos nesta historia é que se Hashem quer que um Shidduch aconteça, um comentário maldoso não pode afetá-lo. Hashem tem muitas formas de fazer Sua vontade se concretizar, portanto, nós devemos sempre nos acalmar sabendo que Hashem é Aquele que está nos guiando o tempo todo.


                                                                                -- Rav David Ashear 

 
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Meor HaShabat Semanal - MISHPATIM

 Certa vez estacionei em frente a uma pizzaria para comprar duas pizzas para a minha família. Quando sai havia um homem encostado em meu carro - de cara feia, braços cruzados, pernas cruzadas. Olhou para mim com os olhos faiscando de ódio e falou num tom agressivo: “Então é você!” Perguntei: “Eu o que?” Furioso, ele respondeu: “Aquele que bloqueou o meu carro!”

Olhei e realmente não havia espaço para manobrar o carro para fora do local onde estava estacionado. Abaixei as pizzas e falei: “Sinto muito. Não percebi que o havia bloqueado. No futuro tomarei mais cuidado para que isto não aconteça. Por favor, me desculpe pelo seu tempo perdido e por ser o motivo de sua irritação”.
O homem desencostou do carro e veio em minha direção!... e me deu um enorme abraço! Ele exclamou: “Esta é a primeira vez que ouço alguém pedir desculpas e não arrumar confusão. Pode me bloquear sempre que quiser!”. História verídica.
Todos os dias nos deparamos com pessoas preocupadas e angustiadas. E de vez em quando estas pessoas somos nós. Toda pessoa está correta em sua própria mente. Enxergamos muito claramente a razão do porque estamos certos, do porque o outro está errado e porque ele ou ela é merecedor de nossa fúria. (Recentemente um assinante do Meór HaShabat me enviou 23 cópias da edição via fax. Eu lhe escrevi um bilhete educado perguntando se havia algum problema e como poderia ajudá-lo. Ele enviou 23 copias do meu bilhete de volta...)

É difícil ser racional e misericordioso quando se age com a emoção. O que podemos fazer? Uma técnica é “Vá ao camarote”. Finja que está num teatro, assistindo uma peça, sentado no camarote superior. Você não está envolvido; apenas observando. Seremos então capazes de enxergar nossa situação mais objetivamente.
Perguntemo-nos: “Se eu fosse a outra pessoa, como reagiria?” Enxergar de outro ponto de vista ajuda a ativar o nosso lado racional e a calma. Fale com um tom de voz suave. Uma voz suave afasta a raiva. Não diga nada que vá inflamar a outra pessoa e não a interrompa quando estiver falando (isto demonstra uma falta de respeito e é muito irritante). Focalize naquilo que pode concordar e desculpe-se aonde puder.

Por último, saibamos que todos os seres humanos – em algum grau – são um pouco insanos. A insanidade é definida como fazer a mesma coisa e esperar um resultado diferente. As pessoas não querem perder o controle e ficar bravas, mas fazem isto repetidamente. A vantagem de saber que somos todos um pouco malucos é tripla: 1) Podemos ter mais compaixão dos demais; 2) Podemos ter mais compaixão de nós mesmos e 3) Sabendo que somos um pouco insanos, podemos tomar alguma providência a respeito! (Quando não sabemos que há um problema, não podemos e nem iremos fazer nada a respeito).
Existe outra ‘técnica’ que aprendi em Israel, embora não tenha certeza que vá ajudar em outro lugar. Quando trabalhava na sede do Aish HaTorá na Cidade Velha de Jerusalém, o Quadrilátero Judeu tinha um estacionamento com apenas uma entrada/saída. Isto significa que regularmente havia carros que queriam sair e outros que queriam entrar – ao mesmo tempo. Um dia testemunhei uma ‘Partida de Ping-Pong’ verbal entre dois motoristas discutindo quem deveria retroceder e dar passagem ao outro. Nenhum teve sucesso em convencer o outro. (Um espectador sugeriu que os dois fizessem um duelo ao estilo do Velho Oeste americano e o perdedor daria marcha à ré. Os dois concordaram que o espectador era louco e voltaram a gritar um com o outro).

Finalmente um dos contendores, confiante e desafiadoramente, perguntou: “Yesh lehá teudat normali?" (Você tem um Certificado de Sanidade?) O outro ficou perdido, sem palavras, e não respondeu. Voltou ao carro, deu a ré e deixou o primeiro rapaz entrar no estacionamento.

Atá normali? 


No dia seguinte fui visitar um senhor no Hospital Hadassa. Um homem me perguntou como chegar a um determinado endereço. “Desculpe-me, mas eu não sei”, respondi. Imediatamente ele começou a açoitar-me verbalmente: “Como você não sabe? Você deveria saber!...” Fui ao ‘camarote superior’ e disse para mim mesmo: “Isto é realmente peculiar”. Então me lembrei do dia anterior no estacionamento! Eu o interrompi e perguntei em hebraico: “Com licença. O senhor tem Certificado de Sanidade?” Ele olhou para mim como se tivesse levado um choque elétrico, calou-se e foi embora.
Como disse antes, vocês podem tentar, mas não sei se vai funcionar em qualquer lugar fora de Israel!

Porção Semanal da Torá:      
 Mishpatim   Shemót  (Êxodos)  21:01 - 24:18

            Esta porção semanal contém 23 mandamentos positivos (Faça !) e 30 negativos (Não Faça !). Estão incluídas aí as leis referentes a funcionários, assassinato, ferir o pai ou a mãe, sequestro, amaldiçoar os pais, prejuízos pessoais, ferimentos pessoais, tipos de prejuízos e suas indenizações, sedução, idolatria, mal trato de crianças, órfãos e viúvas.
            A porção continua com as leis sobre empréstimo de dinheiro, não amaldiçoar juízes ou líderes, dízimo, primogênitos, devolução de animais perdidos, ajudar a descarregar um animal, o ano Sabático, o Shabat e as Três Grandes Festas (Pessach, Shavuót e Sucót).
            Mishpatim conclui com a promessa do Criador de nos guiar na Terra de Israel, proteger a nossa jornada e garantir a nossa segurança na Terra de Israel ao cumprirmos a Torá e suas mitsvót. Moshe conclui seus preparativos e os do Povo, e sobe ao Monte Sinai para receber os Dez Mandamentos.

Dvar Torá:   baseado no livro Growth Through Torah, do rabino Zelig Pliskin

            Antes de Moshe subir ao Monte Sinai para receber os Dez Mandamentos, ele e setenta Sábios tiveram uma visão profética. Ao pé da montanha “eles viram uma visão do D’us de Israel e sobre os Seus pés havia algo semelhante a um tijolo de safira, como a essência de um céu claro (Shemót 18:15)”. O que podemos aprender desta visão?
            Rashi, o Rabino Shlomo Itschaki (França, 1040-1104), explicou que este tijolo de safira permaneceu na presença do Todo-Poderoso durante todo o tempo que os Israelitas estiveram escravizados no Egito como um lembrete dos seus sofrimentos, uma vez que foram forçados a construir com tijolos durante a sua escravidão. Já a expressão “a essência de um céu claro” significa que logo que foram libertados, houve luz e alegria perante o Criador.
            O Rabino Yeruchem Levovitz (Polônia, 1874-1936) explicou que toda vez que a Torá nos conta sobre algum atributo de D’us, seu propósito é nos ensinar que devemos nos esforçar para imitá-Lo. Quando alguém está sofrendo, não é suficiente apenas tentar sentir o seu sofrimento de forma abstrata. Se pudermos, devemos tentar aliviar o seu sofrimento. Também devemos tomar alguma atitude concreta que claramente nos recorde do sofrimento daquela pessoa – e não apenas esquecê-la e ‘tocar’ as nossas vidas em frente.
            Mesmo em épocas de redenção e alegria, é importante cada pessoa relembrar os sofrimentos que passou anteriormente. Isto dá uma nova dimensão à alegria. Muitas pessoas prefeririam apenas esquecer todo o sofrimento depois que este acabou. Porém, a atitude apropriada é relembrá-lo, pois isto proporcionará à pessoa uma apreciação ainda maior pelo bem que ela está vivenciando agora.

Horário de Acender Velas de SHABAT (1 de fevereiro)
S. Paulo: 19:34 h  Rio de Janeiro 19:20  Recife 17:26  Porto Alegre 20:04  Salvador 17:47  Curitiba 19:48 B. Horizonte 19:17  Belém 18:12  Brasília 19:27 Jerusalém 16:35  Tel Aviv 16:52  Miami 17:45 Nova York 16:54

Pensamento da Semana:
Sentir gratidão e não expressá-la
é como embrulhar um presente e não entregá-lo!


Shabat Shalom!!    
Rabino Kalman Packouz
 


Contate-me via Internet: meor018@gmail.com
Sugestão: mostre este texto a seus familiares! Ele é dedicado à memória de meu pai Zeêv ben Ytschak Yaacov Z”L e meu sogro Haim Shaul ben Sara Z”L


ESTE FAX É DEDICADO À PRONTA RECUPERAÇÃO DE:
Aharon Dov Ben Hannah Lea - Avraham ben Guila – Baruch ben Ruth Lea - Biniamin ben Farida - David ben Ester - David ben Sara – David ben Rachel – Eliahu Aharon ben Hana Braindi - Eliau Haim ben Shefica Sofia – Gilbert Shmuel bem Mazal - Haim Avraham Tzvi ben Golda - Hersh ben Sara - Itschak Shalom Halevy ben Hannah Rivka - Kalman Yehuda ben Pessi – Lemon ben Tsirla – Mahluf ben Latife - Mendel ben Hava - Mordehai ben Sara - Moshe ben Lizette - Moshe Eliezer ben Devora Hana – Moshe Zalman Arie ben Nessia Feigue - Pessach ben Sima Rachmiel ben Etel – Reuven Avraham ben Ester - Tzvi ben Tsipora - Yaacov ben Golde – Rabino Avraham Haim ben Rechel – Rabino Azriel ben Roize – Rabino Israel ben Rachel - Rabino Meir Avraham ben Malca – Rabino Matitiau Haim ben Etl - Rabino Shimon ben Haia Sara - Rabino Ytschak Rafael ben Lea – Rabino Shmariau Yossef Nissim ben Batia - Rabino Shlomo ben Hodie Hadassa - Rabino Israel Avraham ben Sheina Rachel (Skulaner Rebe)
Aliza Bracha bat Tsivia - Alte Haia Sara Yudit bat Haia Roise – Dina bat Rachel Efrat - Eliana bat Hava - Ester Malca bat Hassia Sheine Perl - Hana Lea bat Hava – Hava Reizel bat Bracha Rivka - Mashe bat Shoshana - Mashe bat Beile Guice – Miriam bat Hassia - Orovida bat Yaziza - Sara bat Sheindel - Sara bat Toibe – Rachel bat Shoshana Reizel - Rina bat Sara – Ruth bat Shoshana - Shlime bat Batsheva - Tamar Ester bat Lea - Tzivia Chava bat Rivka e aos feridos em Israel

E à MEMÓRIA DE: BARUCH BEM REUVEN SHLOMO, YECHIEL MENDEL BEN SARAH, EFRAIM FISHEL BEN ESTER, RABINO REUVEN SHALOM BEN SOL SHULAMIT , RABINO MOSHE BEN RIVKA REIZEL , RABINO AHARON YEHUDA LEIB BEN GUITEL FAIGA, SHAUL BEN MEIR AVRAHAM, YERACHMIEL SHMUEL BEN ESTER, NAHUM BEN LEA, RABINO SHLOMO BEN ZLATE ESTER, MOSHE YSSER BEN SHIMON BETSALEL HACOHEN, ESTER BAT HANA, REIZEL BAT AVRAHAM, YEHIEL MENDEL BEN DAVID, YAACOV BEN MOSHE, AZRIEL BEN AVRAHAM, SHMUEL DANIEL BEN ZISSEL, HIZKIAHU ELIEZER BEN LEA, YAFA BAT SALHA, MORDECHAI ISAAC BEN DINA, AVRAHAM BEN MEIR, ITA BAT AVRAHAM, SHIRLEY BAT AVRAHAM, HAYA BAT YEHUDA BARUCH, AHARON BEN YEHUDA BARUCH, HaAri HaKadosh, HAIA MUSHCA BAT MARGALIT SIMA RACHEL, HAIA RIVKA RACHEL TZIVIA BAT TAMAR, MIRIAM BLIMA BAT HAIM LEIB, TAUBE YONA BAT ESTHER, HANA BAT MOSHE, MOSHE BEM REUVEN, ARIE LEIB BEN YTSCHAK,TSEMACH DAVID BEN HAIM LEIB, EZRA BEN ESTER, ytschak arie ben yossef tzvi halevi, YAKOV BEN SHEPSEL, FARAJ BEN THERE, AVRAHAM SHLOMO BEN CHASSIA SHENDEL PEREL, YAACOV NAFTALI BEM RACHEL DEVORE, GUILAD MICHAEL BEN BAT-GALIM, EYAL BEN IRIS TESHURA, JOSÉ SALEM BEN BOLISSA, KALMAN BAR YAACOV LEIB, ARIEL BEN YAACOV, LEAO ARIE BEN SONIA SHENQUE, NUCHEM BEN FRAIN, SHAUL BEN YOSHUA, SHLOMO BEN FRIDA, SHLOMO NAHUM BEN SHALOM, YAACOV BEN MENAHEM, YOSSEF HAIM BEN AVRAHAM, YEHOSHUA BEN AHARON YAACOV, NACHMAN MOTEL BEN DANIEL, LEIB BEN TSUR, MOTEL BEN MOSHE, HERSHEL BEN MANES, NATAN BEN AHARON WOLF HACOHEN, MENAHEM BEN YEHUDA BARUCH, ALTER YOSSEF BEN SHMUEL, EFRAIM FISHEL BEN MOSHE, EZRA BEN CLARA, rabino NOAH ISRAEL ben HARAV YTSCHAK MATISYAHU, YEHUDA ROZANCZYK ben MOSHE, YOSSEF HAIM bem AVRAHAM
SANDRA ESTHER BAT AVRAHAM, FAIGA BAT MORDEHAI HALEVI, MINDL BAT YOSSEF ,DINA LIBE BAT ETEL AZRAK, RUTH BAT SARA BRAHA, CHAIA RUCHEL BAT SINE, HAVA BAT AVRAHAM YAACOV, BASIA RACHEL BAT MAYER, RACHEL BAT HANNA, RACHEL BAT AVRAHAM SHMUEL, CARMELA BAT SHMUEL, RIVKA BAT DOV, SARA MALKA BAT ISRAEL, YEHOSHUA ben ISRAEL YTSCHAK, ELLIE ZALMAN ben AVRAHAM DAVID, R’ ARYE KUPINSKY H”YD, R’ AVRAHAM SHMUEL GOLDBERG H”YD, R’ KALMAN LEVINE H”YD E R’ MOSHE TWERSKY H”YD, RABINO ELIMELECH BEN BLUMA ROIZE
E à YESHUÁ DE: Mordehai ben Sara, Yehoshua Michael ben Sara, Eliezer ben Hana, Shimon ben Rivka, Menahem Mendel ben Miriam e Elisheva bat Shmuela, Haim Yehoshua ben Hana Shaindel e Lea Kreindel bat Hantse Yahat, Hagai ben Linda Ilana, Reuven ben Elisheva
E à libertação de: Ron ben Batia Arad, Yonatan ben Malca, Guy ben Rina, Zacharia Shlomo ben Miriam, Yehuda Nachman ben Sara, Tzvi ben Penina, Yaacov ben Sara, Ilya ben Sara, Yehoshua Michael ben Avraham, Meir ben Sara, Natanel ben Rivka


 
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