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Sociologist by the University of Haifa, specialized in approaches for the gates of knowledge improving communication between Jews and non-Jews. This is an open way to communicate with Jews from Israel, USA, Canada, Europe or those who live in Latin American countries but do not speak Portuguese (in Brazil) or Spanish (all other countries besides Guianas)

TU BISHVAT - o Ano Novo das Árvores no Judaísmo.


TU BISHVAT: A FESTA ECOLÓGICA DA TORÁ!
Vista aérea de Jerusalém, reflorestada, após 2 mil anos desertificada

Se comemora Tu Bishvat em Israel plantando árvores e reflorestando o país.
Mas tanto em Israel como na diáspora, neste dia servimos frutas variadas à mesa, dizendo esta benção:
Baruch Atá Ado-nái, Elo-heinu Melech Haolam, Borê Pri Haêtz.
Se for uma fruta que comemos pela primeira vez nesta estação adicionamos à benção anterior:
Baruch Atá Ado-nái, Elo-heinu Melech Haolam, Shehechianu Vekyimanu Vehiguianu lazman hazé.

Costuma-se fazer um SÊDER com os sete tipos de alimentos abençoados na Torá.
Costuma-se servir vinhos (casher) em Tu Bishvat, brancos, tintos e rosê; a reza é assim
Baruch Atá Ado-nái, Elo-heinu Melech Haolam, Borê Pri Hagafen. (Sefaradim dizem Haguéfen)


ASPECTOS RELIGIOSOS DA FESTA
Hashem pensou em tudo quando deu a Torá, até na Ecologia.
A palavra hebraica para Deus é Elo-him cujo valor numérico é 86Mas 86 o mesmo valor numérico da palavra Hatevah = A natureza.Por isso temos uma data hebraica para celebrar a natureza: Tu Bi ShvatT"U = sigla que combina as letras hebraicas Tet e Vav A letra Tet vale 9 + letra Vav que vale 6 = 15O mês de SHVAT segundo o Talmud é o mês do o Ano Novo das Arvores.
Mais de 3 mil anos antes do homem constatar cientificamente a canelada que deu na Natureza, a Torá avisa: Ki haAdam, etz haSade (o homem é como uma arvore do campo): nutre-se de suas raízes, precisa de água e luz para crescer. Os valores da Torá são as nossas raízes, o seu estudo é a água que corre em nossos "caules" e a oração é a luz que nos revigora, assim como nas arvores.

Sabia que Tu Bishvat é um dos QUATRO ANOS NOVOS JUDAICOS?

-  Eis a explicação:
-  O Calendário Judaico não é linear, é cíclico, assim como os anéis das arvores, Por isso temos vários Anos Novos. Os outros três são: 1) O famoso Rosh Hashaná, no mês de Tishrei; 2) O Ano Novo dos dízimos, também em Tishrei e 3) O Ano Novo dos Reis, em NissanNossa vida também é cíclica, por isso temos de aproveitar cada momento para vivê-la com felicidade e procurar a Presença e as Bênçãos Divinas a toda hora porque elas estão espalhadas por todo lugar.

Mazal Tov árvores de Israel e de todo o mundo, por mais um aninho de vida!
Região em Israel alguns anos após o replantio.

Em memória de Moshê Kaner, oferecido pelo seu filho Yoram, de Haifa.

Mar Vermelho ou Mar dos Juncos?

Na Parashá desta semana - Beshalách - o povo judeu atravessa o Yam Suf (Mar dos Juncos), como descrito na Torá.

Alguns comentaristas dizem que Suf tem as mesmas letras em Hebraico que Sof (fim), simbolizando assim, o final da escravidão no Egito.

Com tanto significado, como um Mar dos Juncos vira Mar Vermelho nas traduções ocidentais?

Culpa dos ingleses.

A primeira tradução da Bíblia do latim para o inglês foi ordenada pelo Rei James em 1611.

Na hora de traduzir a palavra Junco para Reed, em Inglês, caiu o segundo e Reed virou Red (vermelho).

Esse erro se arrastou para todos os países europeus, e para varias um pouco, para o idioma português, que adora macaquear os gringos.

Então não é Red Sea, é Reed Sea!!!

É Mar dos Juncos mesmo, até na língua dos Beatles!
Tamos junco!

Resultado de imagem para mar dos juncos

A abertura do mar vermelho - Ong Torá

ONG TORÁ NEWSLETTER - 1171 inscrições
Nossa Parashá é dedicada ao casamento dos nossos queridos noivos
Jonathan e Barbarah Grin .
Mazal Tov Mazal Tov para a família Sendrovitch e família Grin, que Hashem dê à vocês muito naches do jovem casal
❤❤❤❤
 
Parashat Beshalach

Nossa Parashá nos conta sobre o maior dos milagres da saída do Egito que foi a abertura do mar vermelho.
 
Os egípcios passaram pelas dez pragas de maneira passiva. As pragas chegavam e iam até que eles nos deixaram sair.
 
A maior das atrocidades dos egípcios antigos contra nós foi jogar os meninos judeus no rio Nilo.
 
Agora chegou a hora de eles receberem o castigo sobre isso "midá knegued midá" (na mesma medida) o que eles fizeram D'us fez para eles.
 
Nessa hora acontecem os maiores milagres. Eles se esforçam e correm para dentro do mar que se fechou sobre eles, mostrando que quando chega a hora de alguém receber um castigo lá de cima Hashem não precisa trazer esse castigo até ele mas ele próprio corre atrás da própria destruição e investe tudo o que pode para que isso aconteça!
 
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Por natureza, a água em um lugar tão quente como o Egito escorre para baixo e nunca congela se tornando um túnel, mas na abertura do mar vermelho a água primeiro se transformou em muralhas de uma maneira sobrenatural e depois voltou a ser água sobre os egípcios, independente das condições climáticas, somente milagres!
 
Moshe e o povo de Israel vendo esse milagre tão grande fizeram uma Shirá, uma Tefilá de agradecimento em forma de música, e cantaram ela com muita alegria. Nessa hora o povo inteiro se uniu ,mais um benefício da alegria , “quebra barreiras”
 
Essa Shirá se tornou parte da nossa reza de todos os dias. No sidur do Shlá Hakadosh , Rabi Yeshaiau Halevi, um grande cabalista que nasceu em Praga em 1558, está escrito que temos que ler a Shirá na Tefilá com voz alta e com muita alegria porque assim o nosso povo falou a Shirá nas margens do mar vermelho, e temos que imaginar nesse momento como se nós próprios estivéssemos saindo do Egito nesse instante.
 
Está escrito no Zohar que o nosso mundo, o mais baixo, recebe tudo lá de cima, e se aqui em baixo estamos reluzindo de alegria nos sincronizamos com a alegria lá de cima e Hashem nos dá aqui em baixo todos os motivos para ficarmos reluzentes de alegria de verdade com muita fartura e prosperidade.
 
Ou seja, quando estamos alegres aqui em baixo trazemos para este mundo a alegria lá de cima e tudo fica bom de verdade.

Conclusão, pegamos na Shirá o embalo para essa “muita alegria”, continuamos rezando com “muita alegria” e levamos essa “muita alegria”  para todo o nosso dia “contagiando com ela todos à nossa volta, "fazendo a diferença"
 
Todas as nossas redes devem ser feitas com muita alegria!

O Maguid de Mezritch nos contou que D'us tem um prazer enorme em ouvir as nossas rezas.
O Maguid deu um exemplo de um grande Rei que tinha um passarinho que falava e o rei ficava muito alegre em ouvir o passarinho falar.
 
Mesmo que o rei tinha grandes ministros e uma côrte de alto nível (que com certeza falavam com muito mais erudição do que o passarinho) mesmo assim ele se entusiasmava muito mais em ouvir o passarinho falar do que ouvir eles
 
E o motivo era simples: um ser humano falando é uma coisa normal, mas um passarinho falando é uma coisa fantástica!
 
Dessa mesma maneira, diz o Maguid, lá em cima existem infinitos anjos que cantam muito mais bonito do que nós, mas nós somos o passarinho que fala!
 
Somos uma Alma Divina dentro de uma alma animal dentro de um corpo material , e isso "faz a diferença" lá em cima.
 
Por isso quando rezamos temos que nos lembrar que Hashem está prestando muita atenção em cada palavra que falamos (mesmo se falamos um pouco errado) e tem um prazer enorme em nos ouvir.
 
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Nossa Parashá nos conta também sobre o Man. O povo de Israel saiu do Egito com a comida que eles conseguiram carregar , mas na hora que a comida acabou , nessa hora ela começou a cair do céu!
 
Quando chegaram no "fim do caminho" o mar se abriu e quando a comida acabou ela começou a cair do céu nos ensinando que no judaísmo não existe "beco sem saída"!
 
Uma mãe está sempre cuidando das suas crianças, quanto mais Hashem está sempre cuidando de nós e não nos esquece por aí!
 
Tu Bishvat
Ano novo das Árvores
Para mais detalhes sobre ”Tu Bishvat” acesse ao nosso site
 
https://ongtora.com/2018/01/14/tu-bishvat-15-de-shevat-5778-31-de-janeiro-2018/
 
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PROJETO ONG TORÁ ISRAEL - 🌷

Sua colaboração aqui em baixo é o seu investimento lá em cima

É com muita alegria que informamos a fundação oficial do nosso projeto Ong Torá Israel, um projeto da ONG TORÁ para o apoio de estudantes brasileiros em Israel e que tem como responsável a nossa querida voluntária Edna Winter
 
Nosso projeto hoje possui 3 jovens encaminhados para Israel , dois estudando em Yeshivot em Yerushaláim e uma jovem que em breve está indo para uma Midrashá também em Jerusalém
 
Esse fundo é específico para ajudar jovens estudantes brasileiros com a passagem para Israel e despesas básicas e emergenciais que eles tem lá.

É sabido que todos nós enfrentamos momentos de crise e sempre os mais necessitados são os mais atingidos, por isso, apelamos à vocês, nosso irmãos judeus que estão sempre prontos a ajudar com generosidade e “Simchá” (alegria) no coração.

Você também pode ter o grande mérito de participar dessa Tzedaká. Sua contribuição será muito bem vinda!!!
e se for possível mande para nós um e-mail para
 
ongtoraisrael@gmail.com
 
comunicando a sua doação com o seu nome próprio e o nome da sua mãe em hebraico (pode ser com letras latinas) para pedirmos uma Brachá para você e para a sua família. (Se não tiver nome em hebraico pode ser com o nome em português também)

Que no mérito dessa Mitzvá Hashem dê à você é à toda a sua família muito sucesso, muita saúde e muito dinheiro e felicidades judaicas de toda a família ❤!!

Atenciosamente

Rabino Gloiber

Ednah Winter
Voluntária na Ong Torá
https://ongtora.com/
ednawinter@gmail.com
WhatsApp 21 98085-8658
 
Todas as doações que entrarem na conta da nossa ONG na Caixa Econômica Federal serão destinadas a partir de agora ao projeto ONG TORÁ ISRAEL
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Para o horário de acendimento das velas de Shabat , , e qualquer outro assunto Judaíco acesse ao nosso site www.ongtora.com
 
Shabat Shalom 🌷🌷🌷🌷
Rabino Gloiber
Sempre correndo
Mas sempre rezando por vocês
 
Agradecemos à Fernanda e Elias Messer que por meio da sua empresa Line Life apóiam a  nossa ONG TORÁ

Nossos agradecimentos também à querida família Nasser, às famílias Gueler e Rabinovich, à empresa Neeman despachantes aduaneiros à Francis e Fábio Grossmann (grupo Facislito) ,à Roger Ades e família, à família Guttmann, e à família Worcman grupo  hotel Rojas
 
À Família Grinszpan, à Samy Sarfatis Metta , à Tiago e Rosiele Bolcont
 
Nossos agradecimentos também à
Yehuda e Laura Carmi que apóiam nosso projeto
"ONG TORÁ ISRAEL" (estudantes brasileiros em Israel)
 
à empresa Adar Tecidos , à nossas voluntárias e à todos vocês que lêem a nossa Parashá.
 
Que Hashem dê à eles e à todos vocês muito sucesso, muita saúde, muito dinheiro e felicidades judaicas de toda a família!

Para o horário das velas de Shabat acesse ao site

http://pt.chabad.org/calendar/zmanim_cdo/aid/900177/jewish/Horrio-Halchico.htm      (e digite o nome da sua cidade)


 

Assuntos Principais da Parashá BESHALACH



Deixando o Egito (13:17-22)

O povo judeu deixa o Egito em jornada rumo ao recebimento da Torá no Monte Sinai e de lá para Eretz Israel.  Apesar do caminho mais curto para Israel passar pelos filisteus, o Altíssimo prefere alongar o percurso via deserto a fim de que o povo judeu não se confronte logo no inicio do seu trajeto com os filisteus, causando-lhes medo e fazendo com que desejam retornar ao Egito.

Moshé lembra-se da jura que fez Iossef aos filhos de Israel em seus dias de levarem seus ossos para serem sepultados em Israel e sai em busca do ataúde de Iossef.

Os judeus caminham seguindo uma coluna de nuvens Divina que os orienta. Durante a noite uma coluna de fogo toma o lugar das nuvens e lhes ilumina o caminho.


Uma armadilha (14:1-8)

            O Altíssimo quer ludibriar o Faraó e os egípcios, atraindo-os para uma armadilha. No terceiro dia Ele ordena a Moshé que mude a direção da jornada de volta ao Egito e estacione o povo às margens do Mar Vermelho (Iam Suf – Mar dos Juncos em hebraico). Hashem endurece uma vez mais o coração do Faraó para que ele se arrependa de haver deixado os judeus partirem. Quando o Faraó ouve que os judeus estão rumando de volta ao Egito ele conclui que algo deu errado e que eles possivelmente estejam perdidos no caminho e constrangidos.

O Faraó decide perseguir os judeus saindo à frente de todos os seus exércitos e do seu povo sem saber que os está levando para o uma armadilha mortal.


Os filhos de Israel estão em estado de histeria (14:9-14)

Quando os judeus descobrem que o Faraó e seu povo os estão perseguindo e estacionam numa distancia visível não longe dali, entram em estado de pânico. Alguns deles até expressaram seu desejo em voltar para o Egito. O povo se dirige a Moshé insinuando cinicamente: “Não há, pois suficientes túmulos no Egito para que nos traga para morrer no deserto...?!”

Moshé fortalece seus ânimos e promete que brevemente todos presenciarão o milagre Divino.


A Abertura do Mar Vermelho (14: 15-31)

            Após uma noite tensa, quando o acampamento egípcio estaciona muito perto dos israelitas e somente uma coluna de nuvem separa os dois acampamentos fazendo escurecer a noite dos egípcios, Moshé dirige-se a Hashem em preces. Mas o Altíssimo lhe diz que não é esta a hora para preces. Agora é preciso liderar o povo israelita rumo à grande vitória. Moshé inclina sua mão sobre o Mar Vermelho e de forma milagrosa Hashem faz sobrar um vento oriental forte que faz uma racha no Mar Vermelho e deixa uma passagem em seco para que os filhos de Israel passem como se fosse uma “planície dentro do Mar”, e “as águas lhes são uma muralha à direita e à esquerda”.

            Os egípcios vêem o que está acontecendo e saem em perseguição dentro do estreito seco que se forma milagrosamente. Mas então, no raiar da aurora, quando o acampamento egípcio está dentre os muros formados pelas águas e os filhos de Israel já estão chegando seguros à outra margem, o Todo-poderoso faz reinar a balburdia no acampamento egípcio. As rédeas das bigas se rompem e fica difícil controlá-las. Os egípcios sentem que D-us está pelejando contra eles e querem bater em retirada de volta ao Egito. Mas já é tarde demais. Hashem manda que Moshé deite novamente a mão sobre o Mar e as muralhas de água voltam ao seu estado natural, sepultando todo o acampamento egípcio.

Os filhos de Israel assistem atônitos a este assombroso episodio e se enchem de sentimentos de temor a D-us e de uma profunda reverencia a seu servo Moshé.


Shirat Haiam – o Cântico do Mar (15:1-21)

            O milagre do estrondoso sucesso e a vingança Divina sobre os egípcios, algozes do povo de Israel durante tantos anos, leva Moshé e os israelitas a recitarem um cântico, cujo conteúdo é de louvor e agradecimento a D-us. Este cântico, que está escrito de forma singular também na Torá, louva e glorifica o poder de Hashem e descreve o milagre da abertura do Mar Vermelho, assim como a desgraça que Ele fez abater sobre os egípcios, em contraste com a amplitude da salvação que trouxe aos hebreus. Nas palavras deste cântico são descritos também o temor e o pavor que abateram os povos que ouviram falar deste grande milagre.

Miriam, irmã de Moshé e de Aharon também celebrou, tomando um pandeiro à mão e saindo a bailar com todas as mulheres de Israel junto a si. Miram canta e celebra louvores e agradecimentos a Hashem.


O teste das águas amargas (15:22-27)

            Os filhos de Israel saem em jornada pelo deserto. Caminham três dias e não encontram uma fonte de águas para saciar sua sede. Num local chamado Mara eles encontram um manancial de águas, mas elas são amargas e não servem para beber.

            O povo judeu se apressa a despejar sua ira e queixas sobre Moshé rabenu. Moshé roga a D-us e pede por água para saciar a sede do povo. O Altíssimo pede a Moshé que jogue determinado pedaço de madeira nas águas e elas se tornam potáveis.

            No mesmo local Hashem ordena aos filhos de Israel por meio de Moshé algumas das mitsvót que eles receberão futuramente no Sinai, as leis do Shabat, Pará Adumá (vaca vermelha) e leis do homem para com seu semelhante, para que possa se ocupar das palavras da Torá. Moshé também promete a Israel que pelo mérito das palavras da Torá e seu cumprimento, receberão as bênçãos de uma breve cura do Altíssimo.

            Na continuação de sua saga os hebreus chegam a um oásis de nome Eilim, onde encontram doze mananciais de águas e setenta tamareiras, estacionando neste local.


Pão e carne dos Céus (16:1-36)

Dia 15 de Yiar os filhos de Israel chegam ao deserto de Sin. Naquele momento terminam suas provisões e eles novamente se queixam diante de Moshé e Aharon por não terem o que lhes sacie a fome.

Hashem diz a Moshé que pela manhã “choverá” pão dos céus milagrosamente e no cair da tarde cada qual receberá sua porção de carne das codornizes que sobrevoarão o acampamento.

Os filhos de Israel se surpreendem com a chuva de alimentos que cobre a película de orvalho com uma película adicional, como se fosse um sanduíche. Assombrados eles indagam “Mah - O que é isto?” Por conseguinte este alimento celestial recebe o nome de Man

Moshé orienta os filhos de Israel para que colham do Man uma medida fixa – um Omer por pessoa. Também os alerta no sentido de não deixarem sobrar o Man para o dia seguinte. O Man é um “alimento de Fé” e por isso não pode se estocado: a pessoa deve esperar até a manhã e acreditar que este processo milagroso se repetirá. Mas para a ira de Moshé algumas pessoas não resistiram ao teste e deixaram sobrar de suas porções até o dia seguinte – somente para constatar que seu Man apodreceu e bichou.

Na sexta feira, segundo ordem de Moshé, cada um coletou uma dupla porção de Man para que possa comer também no Shabat, pois neste dia santo, dia de descanso, não seria possível sair para colher Man.

Desta vez também não faltaram os pecadores de plantão para saírem no Shabat em busca do Man apesar dos alertas de Moshé e da promessa que ele não faltaria para o Shabat. Obviamente eles não encontraram Man algum em todo o acampamento e mesmo fora dele. Estes pecadores aborrecem Hashem, que novamente alerta Moshé para que oriente os judeus no cumprimento do Shabat.

Hashem ordena a Moshé que guarde uma porção de Man dentro de uma jarrinha como souvenir que eternize a lembrança do alimento celestial-miraculoso que os judeus comeram durante os quarenta anos em que estiveram no deserto até chegarem aos limites de Eretz Israel.

A contenda por causa da água (17:1-7)

Os filhos de Israel chegam a Refidim e novamente começam a se queixar para Hashem pela falta de água. Moshé se dirige a D-us, que lhe ordena bater com seu cajado numa rocha para dela extrair água. Milagrosamente começa a sair água da rocha em abundancia para saciar a sede do povo, mas o Todo-poderoso se ira coma falta de fé que demonstram seus filhos. Por este motivo o local ficou conhecido como Massa (de Nissaion) e Merivá.


A guerra contra Amalek (17:16)

Os pecados de Israel, pela falta de fé em D-us, lhes trazem um novo problema. O povo amalekita faz uma longa jornada e chega a Refidim, local onde estaciona o povo judeu, para lutar contra eles e impedir que cheguem a Israel. Moshé envia Iehoshua à frente do exercito judeu na luta contra Amalek, e ele próprio sobe ao topo de um monte junto a Aharon e Chur (filho de Miriam e Calev ben Iefuné). Quando Moshé ergue os braços aos céus como sinal da fé dos judeus no Altíssimo, os israelitas dominam a batalha, mas quando os abaixa, vencem os amalekitas.
De fato, quando o braço de Moshé se torna pesado, Aharon e Chur o fazem sentar sobre uma grande pedra e lhe apóiam os braços, cada um segurando de um lado, até o por do sol e derrota do inimigo por Iehoshua e os guerreiros de Israel.

            No final da luta o Altíssimo manda Moshé escrever um livro de recordações sobre o imperativo de apagar a memória de Amalek, o povo atrevido que ousou lutar contra os filhos de Israel numa época onde todos os povos do mundo temeram Hashem e Seu poder por conta dos castigos que afligiu aos egípcios e por causa do milagre do Mar Vermelho.

Moshé constrói também um altar de agradecimento e lembrança da guerra de D-us contra Amalek em todas as gerações.

(esta Parashá contem 116 versículos)

-- 
R.Shmuel Lancry

A SABEDORIA DE DAVID BEN GURION - enviado por Ian Brit.



Em 1954, quando Ben Gurion era o primeiro-ministro, ele viajou aos EUA para se reunir com o presidente Eisenhower, para pedir sua ajuda e apoio nos primeiros anos do difícil Estado de Israel.
John Foster Dulles que era o então secretário de Estado confrontou Ben Gurion e o desafiou da seguinte forma:
“Diga-me, Sr. Primeiro-Ministro o que você e seu Estado representam? Ele representa os judeus da Polônia, talvez Iêmen, Romênia, Marrocos, Iraque, Rússia ou talvez o Brasil? “Depois de 2000 anos de exílio o senhor pode falar honestamente sobre uma única nação e uma única cultura? O senhor pode falar sobre um patrimônio único ou talvez uma única tradição judaica "? 


Ben Gurion respondeu-lhe da seguinte forma:

"Olhe Senhor Secretário de Estado, há cerca de 300 anos atrás, o Mayflower zarpou da Inglaterra e nele foram os primeiros colonos que se estabeleceram no que se tornaria a maior superpotência democrática, conhecida como os Estados Unidos da América. Agora, faça-me um favor, saia as ruas e encontre 10 crianças norte-americanas e pergunte-lhes o seguinte:
- Qual era o nome do capitão do Mayflower?
- Quanto tempo durou a viagem?
- O que as pessoas que estavam a bordo do navio comeram?
- Quais eram as condições de navegação durante a viagem?
Tenho certeza que você vai concordar comigo que há uma grande chance do senhor não ter respostas para estas perguntas.
Agora em contraste - e não há 300 anos atrás, mas há mais de 3.000 anos, os judeus deixaram a terra do Egito. Eu gentilmente solicito que o Sr. Secretário, em uma de suas viagens ao redor do mundo, ache 10 crianças judias em diferentes países e lhes pergunte:
- Qual era o nome do líder que tirou os judeus do Egito?
- Quanto tempo demorou para eles chegarem à terra de Israel?
- O que eles comeram durante o período em que estavam no deserto?
- O que aconteceu com o mar quando se depararam com ele?”
Depois de obter as respostas a estas perguntas, por favor, considere cuidadosamente a questão que você acabou de me perguntar! "🤔👏










ONG TORÁ NEWSLETTER - PARASHÁ: BÓ

ONG TORÁ NEWSLETTER - 1169 inscrições
לעילוי נשמת אסתר בת יהודה לייב
Em vista ao falecimento inesperado da Sra Esther Wajchman acrescentamos aqui no ilui nishmat dela uma explicação sobre o décimo terceiro princípio da Fé Judaica do Rambam
 “Creio com plena fé na Ressurreição dos Mortos que ocorrerá quando for do agrado do Criador”
O que vem a ser a ressurreição dos mortos?
 Genericamente temos duas categorias de Almas :
Alma Divina e a Alma animal
A Alma Divina, como seu próprio nome indica, é uma pequena Revelação Divina. Vamos chamar ela carinhosamente de “Uma parte de D’us” .
 Ela tem cinco níveis básicos e inúmeros níveis particulares que variam de pessoa para pessoa.
 Essas Almas Divinas são as Almas do nosso povo, e por isso são cobrados de nós 613 Mandamentos.
 A Alma Divina por ser tão elevada não consegue se revestir diretamente no corpo, e aí surge a necessidade de uma alma intermediária entre nós e o nosso corpo, uma alma do nível deste mundo, “Olam HaAssiá”, chamada de “a alma animal” .
 Nossa Alma Divina se reveste na nossa alma animal que por sua vez se reveste no nosso corpo e esse conjunto de Almas e corpo somos nós.
 Quando falecemos, nossa Alma Divina sobre para um baixo paraíso em um mundo superior chamado de “Olam HaYetzirá” onde uma hora lá equivale a setenta anos dos maiores prazeres neste mundo
 Ou subimos para um lugar melhor ainda, para um alto paraíso em um mundo superior chamado de “Olam HaBriá” onde uma hora lá equivale à setenta anos no baixo paraíso
 Nesse meio tempo, enquanto estamos vivendo os maiores prazeres possíveis e imagináveis da revelação Divina nesses mundos superiores, nossa alma animal e nosso corpo , (pelo menos o que sobrou dele) ficaram aqui nesse mundo, “Olam HaAssiá”
Para concordarmos em ressuscitar de volta neste mundo, a honestidade Divina determina que o mundo da ressurreição vai ser mais alto paraiso do que o próprio alto paraíso atual, porque se estamos no paraíso é porque fizemos para merecer e não seria honesto tirar de nós o que ganhamos pelo nosso próprio esforço
Então, para que essa ressurreição possa acontecer, é necessário que se revele nesse mundo o lado espiritual que está por trás de cada coisa material, tornando esse mundo um alto paraiso maior do que o mais alto nível do paraíso espiritual
 Consequentemente o mundo como ele é hoje já não vai mais existir, adeus sofrimentos, adeus limitações!!
 Então nós próprios vamos querer ressuscitar para ter acesso a um paraíso muito maior do que o que estávamos.
 Quando ressuscitarem os mortos, a Alma Divina volta do Gan Éden para esse mundo que vai ser mais Gan Éden do que o Gan Éden.
 O lado espiritual da nossa alma animal que é proveniente do “Olam Hatohu”, nível espiritual elevadíssimo, se revela.
 O lado espiritual  do nosso corpo que ressuscita , que provém das letras Divinas que são revelações elevadíssimas que por meio delas Hashem criou a matéria, também se revela!
 E aí ressuscitamos, novamente Alma Divina , alma animal e corpo. Mas dessa vez, no lugar de nos limitar, nossa alma animal e nosso corpo vão nos acrescentar, nos incrementar
 E então viveremos eternamente em um mundo que não temos como imaginar de tão bom que vai ser !
 E quando falamos que realmente não temos como imaginar de tão bom que vai, ser estamos falando isso de verdade !
 Quando falamos sobre diferenças entre matéria e Revelação Divina temos que entender que os conceitos espirituais estão tão acima do material e que qualquer exemplo material dado sobre um assunto espiritual só serve para “acalmar o ouvido” como dizem nossos sábios.
Quando morava em Haifa , Israel , vivia lá um grande rabino que no passado era fazendeiro, trabalhava com um trator em um Kibutz e por fim foi estudar Torá e se tornou um grande rabino. Seu nome era Reuven Dunin
Voltando para o Kibutz onde criavam vacas e ovelhas tentou explicar para eles assuntos espirituais, sempre sendo rudemente contestado com muitos palpites cuja fonte era uma ignorância profunda em relação a qualquer assunto espiritual.
A linguagem era direta e grossa, até que ele próprio acabou sendo novamente envolvido pelo ambiente do qual fazia parte no passado, e disse com uma voz determinada:
– Vamos conversar sobre o que realmente entendemos, sobre vacas e ovelhas.
Os ânimos se exaltaram, isso era realmente um assunto interessante !
O rabino pergunta:- Minha gente, porque a vaca faz omeletes e a ovelha azeitonas (referindo-se a forma de que as fezes de cada animal é expelida.) Todos se calaram,ninguém sabia.
:- Minha gente, respondeu ele com uma voz entusiástica, nem de mer…… (Se referindo às fezes dos animais)  vocês entendem, como vocês querem dar palpite sobre o que é uma revelação Divina? ……

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Mensagem da Parashá - Bo
Nossa Parashá nos conta sobre as últimas pragas do Egito.


A História do povo de Israel no Egito começa com Yossef que não só salva o Egito da maior crise internacional mas também o transforma na maior potência mundial . 
Os egípcios antigos, não só que não nos agradeceram por termos feito do Egito o país mais rico do mundo, mas ao contrário, disseram que nós éramos como "espinhos nos olhos deles".
 E sendo que um país rico da época antiga precisava de muitos escravos, nós , que causamos toda essa riqueza , fomos os escolhidos" para sermos esses muitos escravos! 
Como pode um acontecimento histórico ser tão absurdo e ilógico?
 O Ari Zal explica que sendo que as almas do povo de Israel no Egito eram a reencarnação da geração do dilúvio, da torre de Bavel e de Sodoma e Gomorra, tínhamos que passar por esses sofrimentos para retificar as nossas almas daquelas pendências anteriores.

 E por isso não adiantou trazermos a prosperidade ao Egito, porque sem eles saberem essa pendência espiritual foi o que fez com que eles nos escravizarem contra a lógica.
 Depois que nossas almas por meio dos sofrimentos ficaram puras e refinadas de todas as pendências anteriores, não só que os egípcios nos deixaram sair, mas ainda nos ajudaram, nos deram jóias de ouro, prata e roupas caras .
 E o mais absurdo foi o jeito com que isso aconteceu! Todos no Egito sabiam que quando Moshe avisava que iria acontecer uma praga, a praga acontecia.
 Moshe avisou que iria ter uma última praga onde morreriam os primogênitos. Todos sabiam que isso iria acontecer, que um filho em cada família morreria.
 As mulheres egípcias costumavam "brincar" com os filhos das amigas , engravidavam deles e pensavam que era do marido. Ou seja, muitos filhos em uma casa eram primogênitos sem que eles ou os próprios pais soubessem.
 Na meia noite, quando aconteceu a praga dos primogênitos, muitas crianças morreram em cada casa , e todos sabiam que o motivo disso eramos nós.
 Nessa exata hora fomos para as casas dos egípcios, batemos na porta e dissemos :- Estamos indo fazer uma festa no deserto e não é bonito irmos assim para a festa, com essas roupas pobres...e sem jóias....
Nessa hora que nós, os "culpados" por todas essas mortes, entramos nas casas dos egípcios comunicando que precisamos de roupas caras e jóias para fazermos uma festa, nessa hora os egípcios deveriam nos chamar de "espinhos nos olhos", mas aí aconteceu exatamente o contrário!
Nessa hora eles ficaram cheios de amor e carinho por nós e nos deram jóias e roupas caríssimas, e só depois que fomos embora com beijos e abraços eles foram enterrar os filhos.
Daqui vemos que o relacionamento dos povos do mundo com o nosso povo não têm nenhuma conexão com o que fazemos para eles mas sim com o que fazemos para D'us.
 Tem a ver somente com as pendências espirituais atuais ou anteriores das nossas Almas.
Milagres tão sobrenaturais como as pragas do Egito só aconteceram uma vez na história. Se tivéssemos o mérito aconteceriam de novo na saída do exílio da Babilônia na época dos persas
 Mas sendo que não tínhamos todo esse mérito , Hashem somente inspirou o rei da Pérsia para nos deixar sair do exílio e construir o segundo Beit Hamikdash
 Mas milagres sobrenaturais muito maiores do que esses que aconteceram na sua do Egito vão acontecer na Gueulá em breve nos nossos dias!

O Ramban, Rabi Moshe Ben Nachman, foi um grande Tzadik que nasceu em 1194 em Girona na Catalunha .

Ele nos explicou que o motivo de Hashem ter feito somente uma vez esses milagres tão grandes e sobrenaturais foi para mostrar à todos que Hashem dirige e renova o mundo cuidando de cada um de nós de uma maneira especial, não nos abandonando ao acaso.
 Por meio da lembrança desses grandes milagres nós abrimos os olhos para ver os milagres do dia a dia , e essa é a base de toda a Torá , de vermos que tudo o que acontece na nossa vida são Milagres , e tudo depende das nossas atitudes!
 Quando cumprimos os mandamentos Divinos, os milagres acontecem!
 Então, vamos acrescentar no estudo da Torá e no cumprimento das Mitzvot e os milagres vão acontecer!!!


🌷🌷🌷Shabat Shalom 🌷🌷🌷
Rabino Gloiber
Sempre correndo mas sempre rezando por vocês!

Nossa “Mensagem da Parashá” foi dedicada pela família Wajchman em memória de sua saudosa mãe Esther bat Yehuda Leib , que Hashem a tenha no Gan Éden

Meór HaShabat Semanal - Parashát BO: as 3 últimas pragas.

                                    BSD   
     
   BOM DIA! Algum tempo atrás, tive um incidente muito curioso em Cingapura. Sentado em uma sala de espera, assisti enquanto duas pessoas ajudavam uma senhora chinesa muito velhinha que lentamente entrava na sala. Ela parecia frágil e fraca. Olhando para o seu rosto, fiquei pensando: “Qual a idade dela?” Finalmente, conclui que deveria ter perto de 100 anos.
Ela sentou-se na cadeira ao meu lado. Um minuto depois ela virou-se para mim com um olhar intrigado e perguntou: “Quantos anos VOCÊ tem?” Fiquei surpreso ... não, eu estava chocado – a mulher estava lendo meus pensamentos! Respondi: “Tenho sessenta e três.” Em seguida, ela disse: “Oh ... Pensei que você fosse MUITO mais velho! Eu tenho 91”.
Por semanas  fiquei perplexo. Talvez a herança de 3.000 anos de Torá estivesse irradiando uma aura de sabedoria antiga em mim? Eu também não acredito nesta opção... Alguns dias depois, tive o prazer de o meu amigo Michael Platner esclarecer-me o que agora parece ser óbvio: ela me viu olhando fixamente para ela, imaginado quantos anos ela tinha. Como provavelmente já passou por isso centenas de vezes – pessoas olhando e, em seguida, perguntando: “Quantos anos a senhora tem?”, e depois, insensivelmente: “Puxa! Pensei que a senhora era MUITO mais velha do que isso!” – ela, com o seu grande humor, antecipou-me – ‘virou a mesa’ – e desfrutou a brincadeira!
 aqui uma lição para eu aprender ou lembrar, algo que eu possa compartilhar com vocês, queridos leitores?
A Torá nos ensina que todos fomos criados à imagem do Todo-Poderoso. Cada pessoa tem seu valor intrínseco e deve ser tratada com respeito, especialmente os idosos. O Talmud ensina que devemos nos levantar para um estudioso de Torá em reverência à sua sabedoria. Também nos ensina que devemos levantar para alguém com 70 anos ou mais – mesmo que não seja um estudioso da Torá. Por quê? Porque ao viver tanto tempo, esta pessoa tem sabedoria sobre a vida!
Somos responsáveis por elevar o nível de nosso comportamento e de nossa linguagem de uma maneira condizente a criaturas que têm uma alma e uma ligação espiritual com o Todo-poderoso. A Torá estabeleceu leis que regem a fala – as Leis de Lashon Hará – para evitar falas que causam danos. Neste conjunto de leis aprendemos que nem toda comunicação é por meio da fala. Mesmo uma sobrancelha erguida ou um sorrisinho irônico pode comunicar uma declaração negativa sobre algo ou alguém.
Eu devo ter sido indiscreto e a fiz sentir-se desconfortável. Imagine como o nosso Patriarca Jacob se sentiu quando se reuniu com o Faraó do Egito e as primeiras palavras que saíram da boca do Faraó foram: “Quantos anos você tem?”. A lição é sermos sensíveis aos sentimentos dos outros. Tomemos cuidado não apenas em como agimos e falamos com os outros, mas também em como nos comportamos quando isto terá um impacto sobre outras pessoas.
Precisamos ser sensíveis com os outros, especialmente com os mais idosos. 





Porção Semanal da Torá:      Bó      Shemót (Êxodus)  10:01 - 13:16

            Nesta semana concluímos a leitura das Dez Pragas, com as pragas dos gafanhotos, da escuridão e da morte dos primogênitos. As leis de Pessach são apresentadas, seguidas dos mandamentos para os homens colocarem Tefilín, consagrar o primogênito de seus animais e o resgate de seu primogênito.
            A Torá nos conta que, algum dia no futuro, seu filho lhe perguntará o motivo destes mandamentos e você responderá: porque ... Com uma demonstração de Poder, Dus nos tirou do Egito, o local de nossa escravidão. Quando o Faraó teimosamente se recusou a nos deixar sair, Dus matou todos os primogênitos egípcios, tanto homens como animais. Eu, portanto, ofereço a Dus todos os primogênitos machos de meus animais e redimo o meu filho primogênito. E isto será um sinal sobre o seu braço e um adorno entre os seus olhos, pois com mão forte o Todo-Poderoso nos retirou do Egito (Shemót 13:15).

A Torá declara: “E disse o Todo-Poderoso: ‘Por volta da meia-noite Eu passarei entre os egípcios e todos os primogênitos da terra do Egito morrerão (Shemót 11:04)”. Por que Moshe disse “Por volta da meia-noite”, quando, na realidade D’us falou a Moshe que a praga iria ocorrer exatamente à meia noite (que foi o que aconteceu, como pode ser constatado no versículo 12:29)?
            Ráshi, o grande comentarista da Torá (França, 1040-1104), explica que os seres humanos podem facilmente cometer um erro. Se Moshe tivesse dito “exatamente à meia-noite” e a praga acontecesse alguns momentos antes ou depois, os egípcios iriam dizer que Moshe era um mentiroso!
            Espantoso e incrível! Os egípcios já haviam sofrido nove pragas, cada uma delas depois de Moshe tê-los advertido e, ainda assim, por causa de alguns minutos de discrepância, iriam taxar Moshe de mentiroso? Vemos daqui o poder que o ser humano tem de encontrar defeitos nos outros quando está determinado a fazê-lo. Por causa de alguns instantes em relação à hora marcada, o sujeito poderia desprezar as mais claras evidências da veracidade de Moshe e as previsões corretas que ele fez das mais excêntricas e destrutivas pragas!
            Existem pessoas que têm prazer em achar defeitos nos outros. Elas o fazem ou por serem perfeccionistas ou para ganharem ou aumentarem seu poder. Este tipo de pessoa precisa aprender a achar o lado bom dos outros, ou ao menos desenvolver um senso de proporção. É sempre bom fazer três elogios antes de qualquer crítica. Isto garante à pessoa que está ouvindo que aquele que está falando tem boas intenções e uma genuína preocupação, permitindo a ela que ouça as críticas sem ficar na defensiva. Também ajuda aquele que está fazendo a crítica a manter a perspectiva correta. Seja gentil ao corrigir alguém. Grandes danos e sofrimentos podem ser causados ao se criticar, especialmente às pessoas que são muito sensíveis.
Horário de Acender Velas de SHABAT (19 de janeiro)
B. Horizonte 19:20  Belém 18:10  Brasília 19:29 Jerusalém 16:23  Tel Aviv 16:40  Miami 17:35  Nova York 16:39

Pensamento da Semana:
D'us controla todas as situações.
Nossa tarefa é nos controlarmos em todas as situações!
Rabino Shraga Silverstein Z"L

Shabat Shalom!   
Rabino Kalman Packouz
 


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Sugestão: mostre este fax a seus familiares! Este fax é dedicado à memória de meu pai Zeêv ben Ytschak Yaacov Z”L e meu sogro Haim Shaul ben Sara Z”L


ESTE FAX É DEDICADO À PRONTA RECUPERAÇÃO DE:
Noam Shemuel ben Simha - Avraham ben Guila - David ben Sara – David ben Rachel - Eliau Haim ben Shefica Sofia – Gavriel David ben Sara – Haim Avraham Tzvi ben Golda - Kalman Yehuda ben Pessi – Lemon ben Tsirla – Mahluf ben Latife - Menachem Dov ben Mali - Mendel ben Hava - Mordehai ben Sara - Mordehai ben Shoshana - Moshe ben Lizette - Moshe Eliezer ben Devora Hana - Moshe Ysser Ben Dvora Yentel - Natanel ben Faride - Pessach ben Sima – Gilbert Shmuel ben Mazal - Shlomo ben Bela - Shmuel Daniel ben Zissel - Tzvi ben Tsipora - Yaacov ben Alice - Yaacov ben Rivka - Yerachmiel Shmuel ben Ester - Rabino Avraham Haim ben Rechel ––Rabino Meir Avraham ben Malca – Rabino Matitiau Haim ben Etl - Rabino Moshe ben Rivka Reizel - Rabino Reuven Shalom ben Sol Shulamit – Rabino Shimon ben Haia Sara - Rabino Ytschak Rafael ben Lea – Rabino Ytschak David ben Haia Rivka Rachel Tzvia - Rabino Shlomo ben Hoide Hadassa - Rabino Shemariahu Yossef Nissim ben Batia – Rabino Shimon ben Haia Sara - Rabino Aharon Yehuda Leib ben Guitel Faiga
Alte Haia Sara Yudit bat Haia Roise – Dina bat Rachel Efrat - Eliana bat Hava - Ester Malca bat Hassia Sheine Perl - Hana Lea bat Hava - Sara bat Sheindel - Sara bat Toibe - Rachel bat Shoshana Reizel - Rina bat Sara – Ruth bat Shoshana - Sheva bat Haia - Shlime bat Batsheva - Tamar Ester bat Lea e aos feridos em Israel

E à MEMÓRIA DE: NAHUM BEN LEA, RABINO SHLOMO BEN ZLATE ESTER, MOSHE YSSER BEN SHIMON BETSALEL HACOHEN, ESTER BAT HANA, REIZEL BAT AVRAHAM, YEHIEL MENDEL BEN DAVID, YAACOV BEN MOSHE, AZRIEL BEN AVRAHAM, SHMUEL DANIEL BEN ZISSEL, HIZKIAHU ELIEZER BEN LEA, YAFA BAT SALHA, MORDECHAI ISAAC BEN DINA, AVRAHAM BEN MEIR, ITA BAT AVRAHAM, SHIRLEY BAT AVRAHAM, HAYA BAT YEHUDA BARUCH, AHARON BEN YEHUDA BARUCH, HaAri HaKadosh, HAIA MUSHCA BAT MARGALIT SIMA RACHEL, HAIA RIVKA RACHEL TZIVIA BAT TAMAR, MIRIAM BLIMA BAT HAIM LEIB, TAUBE YONA BAT ESTHER, HANA BAT MOSHE, MOSHE BEM REUVEN, ARIE LEIB BEN YTSCHAK,TSEMACH DAVID BEN HAIM LEIB, EZRA BEN ESTER, ytschak arie ben yossef tzvi halevi, YAKOV BEN SHEPSEL, FARAJ BEN THERE, AVRAHAM SHLOMO BEN CHASSIA SHENDEL PEREL, YAACOV NAFTALI BEM RACHEL DEVORE, GUILAD MICHAEL BEN BAT-GALIM, EYAL BEN IRIS TESHURA, JOSÉ SALEM BEN BOLISSA, KALMAN BAR YAACOV LEIB, ARIEL BEN YAACOV, LEAO ARIE BEN SONIA SHENQUE, NUCHEM BEN FRAIN, SHAUL BEN YOSHUA, SHLOMO BEN FRIDA, SHLOMO NAHUM BEN SHALOM, YAACOV BEN MENAHEM, YOSSEF HAIM BEN AVRAHAM, YEHOSHUA BEN AHARON YAACOV, NACHMAN MOTEL BEN DANIEL, LEIB BEN TSUR, MOTEL BEN MOSHE, HERSHEL BEN MANES, NATAN BEN AHARON WOLF HACOHEN, MENAHEM BEN YEHUDA BARUCH, ALTER YOSSEF BEN SHMUEL, EFRAIM FISHEL BEN MOSHE, EZRA BEN CLARA, rabino NOAH ISRAEL ben HARAV YTSCHAK MATISYAHU, YEHUDA ROZANCZYK ben MOSHE, YOSSEF HAIM bem AVRAHAM
MINDL BAT YOSSEF ,DINA LIBE BAT ETEL AZRAK, RUTH BAT SARA BRAHA, CHAIA RUCHEL BAT SINE, HAVA BAT AVRAHAM YAACOV, BASIA RACHEL BAT MAYER, RACHEL BAT HANNA, RACHEL BAT AVRAHAM SHMUEL, CARMELA BAT SHMUEL, RIVKA BAT DOV, SARA MALKA BAT ISRAEL, YEHOSHUA ben ISRAEL YTSCHAK, ELLIE ZALMAN ben AVRAHAM DAVID, R’ ARYE KUPINSKY H"YD, R’ AVRAHAM SHMUEL GOLDBERG H"YD, R’ KALMAN LEVINE H"YD E R’ MOSHE TWERSKY H"YD, RABINO ELIMELECH BEN BLUMA ROIZE
E à YESHUÁ DE: Mordehai ben Sara, Yehoshua Michael ben Sara, Eliezer ben Hana, Shimon ben Rivka, Menahem Mendel ben Miriam e Elisheva bat Shmuela, Haim Yehoshua ben Hana Shaindel e Lea Kreindel bat Hantshe Yahat
E à libertação de: Ron ben Batia Arad, Yonatan ben Malca, Guy ben Rina, Zacharia Shlomo ben Miriam, Yehuda Nachman ben Sara, Tzvi ben Penina, Yaacov ben Sara, Shalom Mordehai Halevi ben Rivka, Ilya ben Sara, Yehoshua Michael ben Avraham


 
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