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Sociologist by the University of Haifa, specialized in approaches for the gates of knowledge improving communication between Jews and non-Jews. This is an open way to communicate with Jews from Israel, USA, Canada, Europe or those who live in Latin American countries but do not speak Portuguese (in Brazil) or Spanish (all other countries besides Guianas)

Simchát Torá - é Judaísmo no pé!!


E agora, belo? 
Rosh Hashaná ficou para trás, você já esqueceu o jejum de Iom Kipur, comeu na Sucá, chacoalhou o Lulav e a Torá vem agora com mais um dia de Festa para lapidar o ano.
É Shemini Atséret. O oitavo dia de Sucot que na verdade não é o oitavo dia de Sucót, senão uma festa separada que ficou colada na Sucá. A gente come na Sucá sem fazer brachá (da Sucá, a da comida ainda vigora). Em Israel cantam e dançam com a Torá neste mesmo dia.

No Brasil, assim como na Noruega, Dinamarca, Holanda, Mônaco e Canadá *, Shemini Atséret tem dois dias e isto faz do segundo dia da festa um momento especial: Simchát Torá!!! Alegrar-se com o fato da Torá ser ela mesma e ter sido dada por D-us para todos os tipos de pessoas, representadas em Sucot pelas 4 espécies (Etrog, Lulav, Hadas e Aravá).

* na verdade em qualquer lugar fora de Israel, é que fica ser listado com este monte de gente fina.

Simchát Torá é uma forma deveras simples de Judaísmo. Tudo o que você tem que fazer é ir no Shil mais próximo, entrar na roda e cantar o que eles estiverem cantando, dançar o que eles estiverem dançando e se não quiser, cante o que quiser e dance o que quiser, contanto que seja aceitável no clima da festa. Não é necessária experiência anterior. Nesta festa, o maior Sábio da Torá tem exatamente a mesma Mitsvá que um judeu que nem sabe pronunciar um Alef: dançar!!!

Eis algumas sugestões de dança para Simchát Torá:

1. Forró chassídico: estenda os braços para o alto e para os lados, enquanto dá aquele passinhos de Lampião. Não o faça se estiver segurando a Torá.

2. Tango japonês: se não conseguir se mexer no meio do povão, dê passinhos curtos de um lado a outro, apoiando uma mão no ombro do cara da frente e com a outra segure a bandeirinha.

3. Samba russo: alguns gostam de mandar um Lechaim prá goela neste dia, embora o judaísmo nem sempre aprove medidas etílicas como forma de crescimento espiritual. Não obstante, esta é a dança mais fácil de todas: é só mexer as pernas para qualquer lado sem qualquer sincronização com as mãos, contanto que você não conte a ninguém que isto é samba. Ou mesmo que está dançando. Ninguém vai acreditar. Mas continue, sem medo de ser feliz. O importante não é o que os outros pensam, mas como vocês os contagia com sua alegria.

O fator mais importante de Simchát Torá, que coroa todas as festas do início do ano judaico, é sabermos que o amor pelo judaísmo do jeito que ele é, mesmo que não conheçamos todos os seus detalhes e alegrar-se pelo simples fato de sermos judeus e termos oportunidades de fazê-lo, constituem em si, uma forma muito elevada de serviço Divino e um enorme estímulo para seguir adiante.
Ve Yaacov alach ledarcó! (e Jacob seguiu seu caminho)
Chag Sameach!!!


 Leilui Nishmat Tsipora bat Eliahu, minha avó materna.
MInha avó no centro da foto.
À esquerda minha mãe. 

Este artigo foi escrito em memória à minha avó materna, dona Cecília Sheir Levy, que faleceu no dia de Simchát Torá, e que, entre tantos ensinamentos, passou para seus filhos e netos a forma mais pura e simples de adorar a Hashem: a alegria de viver cada dia como se este fosse o dia mais feliz de nossas vidas.
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Hoshaná Rabá - último dia de Sucót: as Nações e os Governantes são julgados por D-us!

HOSHANÁ RABÁ


Além da "última chance do judeu após o Yom Kipur para fazer as pazes com Hashem, é também o dia em que Ele decide quem governará que povo, como e até quando!

O 7° dia de Sucot (21 de Tishrei), é chamado de Hoshaná Rabá 

(הוֹשַׁעְנָא רַבָּא em aramaico significa: "Grande Súplica"). 

Este dia é marcado por um serviço especial da sinagoga, a Hoshaná Rabá, no qual sete circuitos são feitos pelos adoradores com seus lulav e etrog , enquanto a congregação recita as Hoshanót . É costume que os rolos da Torá sejam removidos da arca durante esta procissão. Em algumas comunidades, o shofar é tocado após cada circuito.

Noite antes de Hoshaná Rabá

Costuma-se ler o conjunto de Tehillim (Salmos) na véspera de Hoshaná Rabá. Há também um costume de ler o livro de Deuteronômio na noite de Hoshana Rabá.

As Sete Hoshanót 

A observância moderna dos rituais de Hoshaná Rabá é uma reminiscência das práticas que existiam nos tempos do Templo Sagrado em Jerusalém . Durante Sucot, as quatro espécies são levadas em um circuito (em volta da Bimá) da sinagoga uma vez por dia. 

Em Hoshaná Rabá, fazemos sete circuitos ao redor da bimá 
enquanto cada pessoa segura as quatro espécies em suas mãos.


Tikún da noite de Hoshaná Rabá

Abudarham fala do costume de ler a Torá na noite de Hoshaná Rabá, da qual tem crescido o costume de ler Deuteronômio, Salmos e passagens do Zohar. Alguns ficam acordados a noite toda aprendendo a Torá.  Todo o Sêfer Devarim (Deuteronômio) é lido. 

A razão para isso é porque este livro é considerado por alguns como uma "revisão" de toda a Torá, mas também porque no ciclo da porção da Torá, o livro de Deuteronômio está prestes a ser completado nos dias seguintes em Simchat Torá .

Nas comunidades hassídicas que seguem os costumes do rabino Menachem Mendel de Rimanov , há uma leitura pública do Livro de Devarim (Deuteronômio) de um Sefer Torá . Isto pode ser seguido por um tish em homenagem ao festival.

Todo o livro de Salmos é lido, com orações recitadas após cada uma das cinco seções.

Chavatót - os cinco ramos de salgueiro 

Na conclusão de vários Piutim (poemas litúrgicos), cinco ramos de salgueiro são batidos no chão ou em outra superfície para simbolizar a eliminação dos resíduos de pecado. Isto também é marcado com uma oração pela chuva e sucesso na agricultura. 

De acordo com a Cabalá, bater no chão os cinco ramos de salgueiro é para "Adocicar as Severidades)". Segundo a tradição, esse costume foi iniciado nos tempos do profeta Ezra.

O Midrash observa que a Aravá (salgueiro) representa o homem comum, desaprendido e sem ações excepcionais. 

O rabino Abraham Isaac Kook observou que as pessoas simples têm sua própria contribuição para a nação; são abençoados com bom senso e não são sobrecarregados por cálculos sofisticados. O costume incomum de bater o salgueiro no chão simboliza que as pessoas comuns fornecem “um poder natural e saudável que faz parte do arsenal do povo judeu. Nós não atacamos o salgueiro. Nós atacamos com o salgueiro.”


Rav Kook

Orações pela vinda de Mashiach (o Messias)
  

Os hoshanót são acompanhadas por uma série de versos com o clímax, Kol mevasser, mevasser ve-omer (a voz do arauto - o profeta Elias - anuncia e diz), expressando esperança pela rápida vinda do Messias.


Fonte de apoio: Wikipedia.

CONSTRUINDO NOSSO AMOR PELA TORÁ - SHMINI ATSERET E SIMCHAT TORÁ - R´Efraim Birbojm


5779 (28/setembro/ 2018)
“Reuven foi visitar um sábio conselheiro e disse-lhe que, depois de muitos anos de casamento, já não amava mais sua esposa e pensava em separar-se. O sábio escutou, olhou-o por alguns instantes e disse-lhe apenas uma palavra: “Ame-a”.

- Mas eu acabei de lhe explicar que já não sinto mais nada por ela! - disse Reuven, sem entender a resposta do sábio.

Após alguns instantes de silêncio, o sábio continuo olhando nos olhos de Reuven e disse novamente: “Ame-a”. Diante do desconcerto de Reuven, o sábio explicou:

- Meu querido, amar é uma decisão, não um sentimento. Amar é dedicação e entrega. Amar é um verbo e o fruto desta ação é o amor. O amor é como um exercício de jardinagem: arranque o que faz mal, prepare o terreno, semeie, seja paciente, regue e cuide. Esteja preparado, porque haverá pragas, secas ou excessos de chuvas, mas nem por isso abandone o seu jardim. Ame sua esposa, ou seja, aceite, valorize, respeite, admire, dê afeto e compreenda. Isto é tudo. Ame!!!

A inteligência sem amor te faz perverso. A justiça sem amor te faz implacável. A diplomacia sem amor te faz hipócrita. O êxito sem amor te faz arrogante. A riqueza sem amor te faz avaro. A autoridade sem amor te faz tirano. O trabalho sem amor te faz escravo. A vida sem amor não tem sentido”

Assim é o relacionamento do povo judeu com a Torá. Um relacionamento de amor criado e mantido, de geração em geração, com muita dedicação e entrega.
Neste Shabat continuamos comemorando a Festa de Sucót e, portanto, ao invés da Parashat Hashavua, lemos um trecho especial da Torá que está relacionado com Sucót. E no domingo de noite (30/setembro/2018) começamos a reviver uma nova Festa, chamada Shmini Atseret, cuja tradução literal é “O oitavo, o dia da parada”. Depois de sete dias da Festa de Sucót, é como se D’us pedisse para que ficássemos com Ele mais um dia, pois é duro o momento da separação.

Junto com a Festa de Shmini Atseret, nossos sábios também fixaram outra Festa: Simchá Torá. Em Israel as duas festas são comemoradas em um único dia, enquanto fora de Israel a Festa de Simchá Torá é comemorada apenas no segundo dia de Shemini Atseret. Em Simchat Torá nós terminamos o ciclo anual de leitura da Torá e dançamos alegremente com todos os rolos da Torá da sinagoga, demonstrando nosso amor pelos seus ensinamentos. E neste mesmo dia recomeçamos a leitura da Torá, demonstrando que, apesar de termos lido toda a Torá, nós nunca nos cansamos do seu conteúdo encantador.

Porém, por que os nossos sábios acharam importante marcar uma Festa especial para comemorar Simchá Torá? Além disso, se é para comemorar, não seria mais apropriado fazer isto em Shavuót, o dia em que a Torá foi entregue ao povo judeu no Monte Sinai?

Há também outra pergunta interessante. O Talmud (Sucá 42a) instrui um pai a ensinar Torá ao seu filho tão logo ele aprenda a falar. Como o pai deve começar a ensinar Torá ao seu filho? Ensinando-o a repetir o versículo que aparece no início da última Parashat da Torá, Vezót Habrachá: “Torá Tzivá Lanu Moshé Morashá Kehilat Yaacov” (A Torá que Moshé nos comandou é uma herança da Congregação de Yaacov) (Devarim 33:4). Mas por que justamente este versículo, se há versículos anteriores que transmitem a mesma ideia, como o versículo “E esta é a Torá que Moshé colocou diante de todos os Filhos de Israel” (Devarim 4:44)?

Finalmente, as quatro últimas Parashiót da Torá (Nitzavim, Vayelech, Haazinu e Vezot HaBrachá), descrevem acontecimentos do último dia da vida de Moshé Rabeinu. Um dos acontecimentos mais importantes está descrito na Parashat Nitzavim, quando Moshé selou um novo pacto entre o povo judeu e D’us. De acordo com Rashi, deste novo pacto surgiu o conceito espiritual de “Kol Israel Areivim Zé baZé” (todo judeu é fiador de outro judeu) em relação às Mitzvót e Aveirót (transgressões) que os outros cometem. De acordo com o Talmud (Baba Batra 173b), um “Arev” (fiador) é aquele que aceita sobre si a responsabilidade de pagar uma dívida ao credor caso aquele que pegou o dinheiro emprestado não tenha condições de pagar quando termina o prazo do empréstimo. O conceito de fiador não é uma “dívida moral”. O fiador tem, de acordo com a Torá, uma dívida real, mesmo que não foi ele quem pegou o dinheiro emprestado.

Porém, tecnicamente, para que uma pessoa esteja obrigada a prestar algum serviço, ela deve receber uma compensação em troca, como, por exemplo, dinheiro. O fiador aparentemente não recebe nada por seu ato. Então o que o obriga a honrar o seu compromisso? A resposta é que, apesar de não receber dinheiro como recompensa, ele recebe a satisfação de que o credor confia nele e isto é suficiente para o empréstimo acontecer. Esta satisfação é o benefício que serve como instrumento para oficializar a responsabilidade do fiador de pagar a dívida no lugar daquele que pegou o dinheiro emprestado.

Isto se aplica a fiadores de dívidas monetárias. Porém, em relação ao povo judeu, de onde vem a obrigação de cumprirmos o “Kol Israel Areivim Zé Bazé” e por que este conceito surgiu apenas após o novo pacto que o povo judeu fez com D’us, na véspera da morte de Moshé Rabeinu? Qual benefício o povo judeu ainda não tinha e recebeu apenas neste novo pacto com D’us, que o obrigava a cumprir o compromisso de serem “fiadores” uns dos outros?

Ensina o Rav Yohanan Zweig que a resposta está em uma afirmação que Moshé fez no dia da sua morte. Ele afirmou “(A Torá) não está no Céu” (Devarim 30:12). Isto significava que enquanto Moshé estava vivo, ele se aconselhava diretamente com D’us em relação a todas as leis difíceis da Torá. Pelo fato de D’us ser, enquanto Moshé estava vivo, a Autoridade final nas leis, então a Torá é considerada como se ainda estivesse no Céu. Entretanto, no dia da morte de Moshé, no novo pacto com D’us, o povo judeu recebeu a autoridade sobre as leis da Torá. Foi isto que Moshé quis dizer ao anunciar que “A Torá não está no Céu”. Um exemplo disto está descrito no Talmud (Baba Metzia 59a), em uma discussão dos sábios de Torá com o Rabi Eliezer. Nesta discussão sobre as leis de pureza e impureza espiritual em utensílios houve uma intervenção Divina, através de uma “Bat Kol” (voz Celestial) que defendeu a opinião de Rabi Eliezer. Os sábios então refutaram esta intervenção Divina, afirmando que “A voz Celestial não é prova, pois a Torá não está mais no Céu”. Esta nova “força” entregue ao povo judeu foi justamente o que serviu de recompensa para que estivessem obrigados a cumprir seu compromisso de serem fiadores uns dos outros.

No Monte Sinai o povo judeu recebeu a Torá. Nossos sábios descrevem o novo relacionamento formado como a união de um noivo e uma noiva, sendo D’us o noivo e o povo judeu a noiva. No dia em que Moshé faleceu, um novo relacionamento se formou: o povo judeu era o noivo e a Torá era a noiva. De acordo com o Talmud (Sanhedrin 59a), há uma alusão disto no versículo “Torá Tzivá Lanu Moshé Morashá Kehilat Yaacov”. A palavra “Morashá”, que significa “herança”, também pode ser lida como “Meorassá”, que significa “que ficou noiva”, isto é, a Torá que Moshé comandou ao povo judeu está comprometida conosco, como o relacionamento de compromisso entre um noivo e uma noiva.

Os dois conceitos, de que a Torá não está no Céu e de que a Torá se tornou a “noiva” do povo judeu são, na realidade, uma coisa só, é a materialização de um novo relacionamento entre o povo judeu e a Torá. O Talmud instrui o pai a começar ensinando Torá ao seu filho com o versículo “Torá Tzivá Lanu Moshé Morashá Kehilat Yaacov” pois é este versículo que reflete o novo relacionamento.

Portanto, esta é a diferença entre Shavuot e Simchat Torá. Em Shavuot nós celebramos que o povo judeu se tornou a noiva de D’us, enquanto em Simchat Torá nós celebramos que o povo judeu se tornou noivo da Torá. Isto se reflete em alguns dos costumes do dia de Simchat Torá. Em muitas comunidades alguém importante é escolhido para ser o “Chatan Torá” (Noivo da Torá), isto é, aquele que terá a honra de ser chamado para terminar a leitura da última Parashat da Torá. Além disso, nós dançamos alegremente com a Torá, da mesma forma que o noivo dança e se alegra com a sua noiva.

Em Shavuót nós recebemos a Torá, mas foi no novo pacto com D’us que começamos a criar com a Torá um sentimento verdadeiro de amor. Um sentimento que é alimentado pela nossa entrega e dedicação. Um amor movido pela nossa alegria no estudo e no cumprimento das Mitzvót. Um amor que celebramos em Simchat Torá, mas que nos esforçamos para levar para o nosso ano inteiro.
SHABAT SHALOM E CHAG SAMEACH

R' Efraim Birbojm
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São Paulo: 17h44  Rio de Janeiro: 17h31  Belo Horizonte: 17h32  Jerusalém: 17h52
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Este E-mail é dedicado à Refua Shlema (pronta recuperação) de: Chana bat Rachel, Pessach ben Sima, Rachel bat Luna, Eliahu ben Esther, Moshe ben Feigue, Laila bat Sara, Chana Mirel bat Feigue, eliezer ben Shoshana.
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Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) dos meus queridos e saudosos avós, Meir ben Eliezer Baruch Z"L e Shandla bat Hersh Mendel Z"L, que nos inspiraram a manter e a amar o judaísmo, não apenas como uma idéia bonita, mas como algo para ser vivido no dia-a-dia. Que possam ter um merecido descanso eterno.

Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) de minha querida e saudosa tia, Léa bat Meir Z"L. Que possa ter um merecido descanso eterno.
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EMUNAH TODO DIA: Momentos de Grandeza - 27 de Setembro, 2018 - 18 de Tishrei, 5779



A MENSAGEM DE HOJE FOI OFERECIDA

LeIlui Nishmat
Shmuel ben Haim z`l

Momentos de Grandeza

Muitas pessoas passam por situações que são muito difíceis de lidar. Baruch Hashem, frequentemente ouvimos falar de Yeshuot (salvações), e ficamos muito felizes pelas pessoas quando elas recebem suas salvações. B'ezrat Hashem, nós esperamos que todos recebam a salvação que estão esperando.

Quando as salvações realmente chegam, as pessoas estão cheias de palavras de Emunah e Berachá para Hashem pela Sua bondade, e com razão. No entanto, a grandeza de uma pessoa é determinada pela forma que ela age antes da Yeshuá vir. Ela ainda é capaz de falar favoravelmente sobre Hashem quando os tempos ainda estão difíceis? 

A forma de fazer isso  é saber que Hashem está conosco em nosso sofrimento. Ele está extremamente perto de nós quando estamos sofrendo."בכל צרתם לו צר- Quando estamos sofrendo, Ele está sofrendo. Ele está sempre nos ajudando, mesmo que pareça ou não. Este conhecimento que Hashem está conosco pode nos ajudar a ultrapassar qualquer coisa com Emunah. É o melhor remédio que existe. 

Uma mulher me ligou há um ano e me contou sobre como sua vida era difícil. Ela perdeu seus dois irmãos ainda jovens, e agora ela estava tendo problemas para engravidar. Ela tinha acabado de passar por um procedimento que, se desse certo, a permitiria engravidar. Ela me pediu algumas palavras de Chizuk(força), as quais deveria pensar para esperançosamente receber resultados positivos. Ao final de nossa conversa, ela me disse que me avisaria sobre o resultado.

No dia seguinte, ela me mandou uma mensagem que os resultados foram negativos. Inicialmente, ela estava arrasada. Mas ela se fortificou e aceitou com grande Emunah. Ela escreveu uma carta para Hashem, e isto foi o que ela escreveu:

Caro Hashem,
Eu realmente não sei o que dizer. Vou dizer Obrigada, porque eu tenho que acreditar que o que está acontecendo comigo é para o melhor. Eu quero que o Sr. saiba que apesar disto ser muito duro para mim, eu nunca vou desistir, independente do que acontecer. Eu acredito que o Sr. tenha um plano o qual eu nunca poderia entender, e eu sei que o Sr. me ama. O Sr. sabe o que é melhor para mim, e o Sr. estará lá para que eu passe por isso, até o ultimo momento, e até mesmo depois. Eu sei que o Sr. está comigo em meu sofrimento agora. O Sr. está segurando minha mão. O Sr. também sofre, mas é para o melhor.

Eu sei que meus irmãos estão perto do Sr., rezando por mim. Cuide deles. Isto é tudo tão difícil, mas tudo isso faz parte do Seu plano maior. Cuide de nós. Guie-nos neste caminho. Segure nossas mãos. Eu confio no Sr. Eu O amo muito. Eu sinto o Sr. comigo sempre e para sempre. 

Isto foi há um ano. Há apenas algumas semanas, a mesma mulher me enviou uma mensagem, e desta vez dizia , "Mazal Tov! Baruch Hashem! Acabei de ter um bebê! Eu sou uma mãe. "הודו לה' כי טוב כי לעולם חסדו." Ela passou por uma salvação e todos estamos felizes por ela. No entanto, sua grandeza tornou-se aparente quando ela respondeu heroicamente naquele dia, um ano atrás durante os tempos difíceis. Foi seu conhecimento que Hashem estava com ela que a permitiu fazer isso. 

Isto é verdade para todas as pessoas. Hashem está com todos nós. Nosso trabalho é acreditar nisso, senti-lo e manter nossa Emunah o tempo todo. 

[Nota do editor - Nestes dias de Sukot, saimos de nossas moradias e entramos numa Sukkah temporária para sentarmos na "sombra da Emunah". Explica o Gaon de Vilna que o sol representa as constelações ligadas ao mundo material, e a sombra simboliza o aspecto sobrenatural. Lembrarmos assim que nossa existencia neste Mundo está sempre sobre a proteção sobrenatural de Hashem - mesmo nos momentos mais improváveis. Este sentimento de proximidade é levado para o resto do ano.]

Chag Sameach!


                                                                      -- Rav David Ashear

Sucót - reta final! Meor Hashabat


SHALOM! Espero que estejam tendo uma ótima semana de Sucót. Gostaria de compartilhar com vocês, queridos leitores, uma explicação que li sobre porque comemoramos a festividade de Sucót.
Durante os 40 anos de andanças do Povo de Israel pelo deserto houve três grandes milagres constantes: um ‘poço de água’ os acompanhava, dando de beber a milhões de pessoas; o mán (maná) descia do céu e alimentava estes milhões de pessoas, e sete nuvens envolviam todo o acampamento, protegendo os israelitas de todas as intempéries do deserto.
Por que então comemoramos apenas o milagre das nuvens – que é uma das razões da festividade de Sucót – e não os outros dois milagres também? Explicou o Rabino Haim Yossef David Azulay (Israel e Itália, 1724-1806): os dois primeiros milagres vieram depois que o povo reclamou contra D'us. Eles se rebelaram, dizendo que morreriam de sede e fome no deserto. Já no caso das nuvens, eles não reclamaram nem se revoltaram contra o calor sufocante dos dias e o frio congelante das noites no deserto; também não gritaram contra D'us por conduzi-los por um lugar inóspito, habitado por cobras, escorpiões e animais selvagens. Já que não se rebelaram por isto, o Todo-Poderoso enviou-lhes 7 nuvens: quatro delas os protegiam dos quatro lados, uma por cima e outra por baixo, e a sétima nuvem, em formato de pilar, indicava-lhes o caminho por onde seguir.
Concluiu o Rabino Azulay: “O poço e o mán vieram depois de reclamações. Já as nuvens vieram exclusivamente pela bondade Divina em relação ao Povo de Israel. Algo que vem não por reclamações seguramente merece ser comemorado para todas as gerações!”

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Simulação de Ananei Kavod (Nuvens da Honra Divina)

Qual a Essência de Shemini Atséret  e  Simhát Torá?

Domingo passado (dia 23) iniciou-se a festividade de Sucot. Este domingo ao entardecer (dia 30) é Shemini Atséret e segunda-feira à noite, dia 1 de outubro, é Simhát Torá! Em Israel as duas festividades – Shemini Atséret e Simhát Torá – ocorrem no mesmo dia, dia 30 ao anoitecer e no decorrer do dia 1. Fora de Israel nós celebramos dois dias de festividade, em dois dias separados.
Shemini Atséret é uma festa à parte de Sucót. Rashi, o grande comentarista Bíblico (França, 1040-1104), explica que Atséret é uma expressão de afeição, como seria a usada por um pai ao se despedir de seu filho. O pai diria: Sua partida é difícil para mim; fique mais um dia! Depois que o Povo Judeu rezou pela vida e felicidade das 70 nações do mundo, a Torá e o Criador nos dão mais um dia de festa para podermos fazer nossos próprios pedidos. Isto é Shemini Atséret.
            Simhát Torá é a celebração do encerramento do ciclo anual de leitura da Torá e seu reinício imediato. A noite e a manhã são preenchidas com danças e músicas ao redor da Torá. Lemos a última porção semanal em Devarim, Vezót HaBerachá, e começamos imediatamente a leitura de Bereshit, iniciando o livro Gênesis. É realmente imperdível e, melhor ainda, traz todo o encanto e empolgação de sermos Judeus para nossas crianças! Se você costuma levar seus filhos à sinagoga duas vezes por ano, uma delas precisa ser Simhát Torá!
            Yzkor, a oração em memória de pessoas falecidas, é realizado na segunda-feira de manhã, 5 de outubro.

Tenham, você e sua família, um ótimo e alegre Simhát Torá!

Porção Semanal da Torá:     Shemót  (Êxodus)   33:12-34:26

            Neste Shabat há uma leitura especial por ser o Shabat de Sucót. Esta porção inclui o pedido de Moshe a Dus, pedindo para entender como Ele interage com o mundo, e o recebimento das segundas Tábuas com os Dez Mandamentos. Dus revela os 13 Atributos de Misericórdia, os quais sempre invocarão Sua misericórdia e depois relata ao Povo Judeu quais transgressões específicas são especialmente prejudiciais ao crescimento espiritual e quais mitsvót preservam e aumentam nossa grandeza espiritual.
            Também lemos a Meguilá de Kohelet (Eclesiastes) neste Shabat. Ela relata incríveis enfoques em relação à natureza e ao propósito da vida. Foi escrita pelo Rei Salomão, que é considerado o homem mais sábio que já existiu no mundo. É necessário, para compreendê-la corretamente e extrair seus profundos significados, acompanhá-la com algum comentarista clássico da Torá. É lida no Shabat de Sucót, para contrabalançar qualquer excesso de indulgência, ou seja, para colocar a vida na correta perspectiva: a futilidade dos prazeres materiais e a eternidade dos prazeres espirituais.
Em Simhát Torá lemos a porção semanal de Vezót HaBerachá para completar o livro Devarim, e assim, toda a Torá. Esta porção se inicia com a benção de Moshe, logo antes de sua morte, para o Povo Judeu e cada Tribo em particular. Depois Moshe sobe ao Monte Nevó, onde o Todo-Poderoso lhe mostra a terra que o Povo Judeu iria herdar. Moshe falece e é enterrado em um lugar desconhecido. O Povo Judeu fica de luto por 30 dias. A Torá conclui com as seguintes palavras: Nunca mais aparecerá para Israel um profeta como Moshe, que conversava com D'us face a face.
            Ao final da leitura de cada livro da Torá, a congregação declama, alto e em uma só voz, Hazák, Hazák, V'nithazek, que significa Seja forte, seja forte, e fortaleçamo-nos!” Este é o eterno grito de esperança Judaico. Depois começamos a leitura do livro Bereshit (Gênesis), simbolizando que a Torá, realmente, não tem começo nem fim, é eterna e assim é o nosso envolvimento com Ela.

UMA HISTÓRIA FANTÁSTICA!

Eu estava em um ônibus de Jerusalém para Tel Aviv. Sentado ao meu lado estava um rapaz de 30 anos da Austrália. Não tínhamos nos apresentado, mas estávamos conversando quando ele disse: “Eu sou judeu, mas venho de uma família ateia. Há sete anos me surgiu o pensamento de que eu não sabia nada sobre a minha herança espiritual e por isso decidi ler a Torá, que é a parte central da história judaica”.
“Logo me ficou aparente que eu não via a relevância do que estava lendo e precisava de um tutor, um manual. Aí encontrei um ótimo site - Aish.com.”
Eu estava mordendo meus lábios para não rir, mas estava sorrindo por dentro e pensando: “D’us ... Você com certeza tem um grande senso de humor!” Porém, em seguida, tornou-se ainda melhor!
O jovem continuou: “E neste site eu descobri um e-mail realmente magnífico, o Meor Hashabat semanal. Eu o leio avidamente há anos. Ele me deu perspectivas sobre espiritualidade, a Torá, sobre o que é a vida. Ele mudou a minha vida!”.
Muito irreal! Eu estava pensando: “Onde estão as câmeras? Isto deve ser uma pegadinha!”
Em seguida, o jovem terminou com algo que me tocou profundamente e realmente me fez sentir que consegui algo nos 23 anos em que tenho escrito o Meor Hashabat semanalmente.
Ele disse: “E a prova do seu impacto em minha vida é que agora, 7 anos depois, estou fazendo Aliyá e me mudando para Israel. Estou montando uma organização sem fins lucrativos para melhorar o mundo - para educar os nossos filhos a terem valores, bom caráter e motivação!”.
O jovem parou de falar. Ele inclinou a cabeça, foi um pouco para trás e olhou atentamente para mim, analisando. Depois de uma longa pausa, ele quebrou o silêncio ... “Sabe, no final de cada Meor Hashabat (no site) há a foto da pessoa que escreve o e-mail –  e ela parece muito com você!”.
Eu olhei para ele ... dei-lhe um grande sorriso - e o sinal do polegar voltado para cima.
Seus olhos saltaram, sua boca se abriu e ele exclamou: “É VOCÊ! Tenho que te dar um abraço!”.

Os meus agradecimentos a todos os queridos leitores que têm dado o seu apoio aos Amigos do Meor Hashabat e que ajudaram a tornar possível emocionar e empolgar tantas pessoas em tantos lugares no mundo inteiro! Juntos estamos melhorando vidas e mudando os futuros! Que vocês e suas famílias sejam abençoados com um ano muito doce e saudável!

Horário de Acender Velas de SHABAT 
(28 de setembro)
S. Paulo: 17:44 h   Rio de Janeiro 17:31  Recife 16:54   Porto Alegre 18:05  Salvador 17:09   Curitiba 17:56 B. Horizonte 17:32  Belém 17:48  Brasília 17:47  Jerusalém 17:49  Tel Aviv 18:07 Miami 18:52 Nova York 18:25

Horário de Acender Velas de Sucót:   30 de setembro
S. Paulo: 17:45 h   Rio de Janeiro 17:31   Recife 16:54   Porto Alegre 18:05  Salvador 17:09 Curitiba 17:56 B. Horizonte 17:33 Belém 17:47  Brasília 17:48 Jerusalém 17:45  Tel Aviv 18:07 Miami 18:48  N. Iorque 18:19

e 1 de outubro (após o horário abaixo)
As velas do dia 1 devem ser acesas a partir de uma chama que já estava acesa desde antes do pôr-do-sol do dia 30 de setembro.

S. Paulo: 18:45 h   Rio de Janeiro 18:31   Recife 17:54   Porto Alegre 19:05  Salvador 18:09 Curitiba 18:56    B. Horizonte 18:33  Belém 18:47  Brasília 18:48 Jerusalém 18:45  Tel Aviv 19:07 Miami 19:48  N. Iorque 19:19

Pensamento da Semana:
“Um método garantido de aproveitarmos e
 desfrutarmos melhor os nossos dias:
Não Reclamar da Vida!”

Shabat Shalom 
que todos tenham um ano doce, pleno de bênçãos, 
saúde, crescimento espiritual e material
 Rabino Kalman Packouz
 


Contate-me via Internet: meor018@gmail.com
Sugestão: mostre este fax a seus familiares! Este fax é dedicado à memória de meu pai Zeêv ben Ytschak Yaacov Z”L e meu sogro Haim Shaul ben Sara Z”L

ESTE FAX É DEDICADO À PRONTA RECUPERAÇÃO DE:
Avraham ben Guila – Baruch ben Ruth Lea - Biniamin ben Farida - David ben Sara – David ben Rachel – Eliahu Aharon ben Hana Braindi - Eliau Haim ben Shefica Sofia – Gavriel David ben Sara – Gilbert Shmuel bem Mazal - Haim Avraham Tzvi ben Golda – Hersh bem Sara - Kalman Yehuda ben Pessi – Lemon ben Tsirla – Mahluf ben Latife - Mendel ben Hava - Mordehai ben Sara - Mordehai ben Shoshana - Moshe ben Lizette - Moshe Eliezer ben Devora Hana – Moshe Igal bem Pola - Moshe Ysser Ben Dvora Yentel - Natanel ben Faride - Noam Shemuel ben Simha - Pessach ben Sima – Gilbert Shmuel ben Mazal - Shlomo ben Bela - Shmuel Daniel ben Zissel - Tzvi ben Tsipora - Yaacov ben Alice – Yaacov bem Rachel - Yaacov ben Rivka – Yehuda Aharon bem Ester - Rabino Avraham Haim ben Rechel – Rabino Ezriel ben Roizel - Rabino Meir Avraham ben Malca – Rabino Matitiau Haim ben Etl - Rabino Shimon ben Haia Sara - Rabino Ytschak Rafael ben Lea – Rabino Ytschak David ben Haia Rivka Rachel Tzvia - Rabino Shlomo ben Hoide Hadassa - Rabino Shemariahu Yossef Nissim ben Batia – Rabino Israel Avraham bem Sheina Rachel (Skulaner Rebe)
Aliza Bracha Bat Simona Tsivia - Alte Haia Sara Yudit bat Haia Roise – Branda Chava Malka bat Guitla - Dina bat Rachel Efrat - Eliana bat Hava - Ester Malca bat Hassia Sheine Perl - Hana Lea bat Hava - Orovida bat Yaziza - Sara bat Sheindel - Sara bat Toibe – Rachel bat Shoshana Reizel - Rina bat Sara – Ruth bat Shoshana - Shlime bat Batsheva - Tamar Ester bat Lea - Tzivia Chava bat Rivka e aos feridos em Israel

E à MEMÓRIA DE: EFRAIM FISHEL BEM ESTER, RABINO REUVEN SHALOM BEN SOL SHULAMIT , RABINO MOSHE BEN RIVKA REIZEL , RABINO AHARON YEHUDA LEIB BEN GUITEL FAIGA, SHAUL BEN MEIR AVRAHAM, YERACHMIEL SHMUEL BEN ESTER, NAHUM BEN LEA, RABINO SHLOMO BEN ZLATE ESTER, MOSHE YSSER BEN SHIMON BETSALEL HACOHEN, ESTER BAT HANA, REIZEL BAT AVRAHAM, YEHIEL MENDEL BEN DAVID, YAACOV BEN MOSHE, AZRIEL BEN AVRAHAM, SHMUEL DANIEL BEN ZISSEL, HIZKIAHU ELIEZER BEN LEA, YAFA BAT SALHA, MORDECHAI ISAAC BEN DINA, AVRAHAM BEN MEIR, ITA BAT AVRAHAM, SHIRLEY BAT AVRAHAM, HAYA BAT YEHUDA BARUCH, AHARON BEN YEHUDA BARUCH, HaAri HaKadosh, HAIA MUSHCA BAT MARGALIT SIMA RACHEL, HAIA RIVKA RACHEL TZIVIA BAT TAMAR, MIRIAM BLIMA BAT HAIM LEIB, TAUBE YONA BAT ESTHER, HANA BAT MOSHE, MOSHE BEM REUVEN, ARIE LEIB BEN YTSCHAK,TSEMACH DAVID BEN HAIM LEIB, EZRA BEN ESTER, ytschak arie ben yossef tzvi halevi, YAKOV BEN SHEPSEL, FARAJ BEN THERE, AVRAHAM SHLOMO BEN CHASSIA SHENDEL PEREL, YAACOV NAFTALI BEM RACHEL DEVORE, GUILAD MICHAEL BEN BAT-GALIM, EYAL BEN IRIS TESHURA, JOSÉ SALEM BEN BOLISSA, KALMAN BAR YAACOV LEIB, ARIEL BEN YAACOV, LEAO ARIE BEN SONIA SHENQUE, NUCHEM BEN FRAIN, SHAUL BEN YOSHUA, SHLOMO BEN FRIDA, SHLOMO NAHUM BEN SHALOM, YAACOV BEN MENAHEM, YOSSEF HAIM BEN AVRAHAM, YEHOSHUA BEN AHARON YAACOV, NACHMAN MOTEL BEN DANIEL, LEIB BEN TSUR, MOTEL BEN MOSHE, HERSHEL BEN MANES, NATAN BEN AHARON WOLF HACOHEN, MENAHEM BEN YEHUDA BARUCH, ALTER YOSSEF BEN SHMUEL, EFRAIM FISHEL BEN MOSHE, EZRA BEN CLARA, rabino NOAH ISRAEL ben HARAV YTSCHAK MATISYAHU, YEHUDA ROZANCZYK ben MOSHE, YOSSEF HAIM bem AVRAHAM 
YECHIEL MENDEL BEN SARAH
FAIGA BAT MORDEHAI HALEVI
ESTER SANDRA BAT AVRAHAM, , MINDL BAT YOSSEF ,DINA LIBE BAT ETEL AZRAK, RUTH BAT SARA BRAHA, CHAIA RUCHEL BAT SINE, HAVA BAT AVRAHAM YAACOV, BASIA RACHEL BAT MAYER, RACHEL BAT HANNA, RACHEL BAT AVRAHAM SHMUEL, CARMELA BAT SHMUEL, RIVKA BAT DOV, SARA MALKA BAT ISRAEL, YEHOSHUA ben ISRAEL YTSCHAK, ELLIE ZALMAN ben AVRAHAM DAVID, R’ ARYE KUPINSKY H”YD, R’ AVRAHAM SHMUEL GOLDBERG H”YD, R’ KALMAN LEVINE H”YD E R’ MOSHE TWERSKY H”YD, RABINO ELIMELECH BEN BLUMA ROIZE
E à YESHUÁ DE: Mordehai ben Sara, Yehoshua Michael ben Sara, Eliezer ben Hana, Shimon ben Rivka, Menahem Mendel ben Miriam e Elisheva bat Shmuela, Haim Yehoshua ben Hana Shaindel e Lea Kreindel bat Hantse Yahat
E à libertação de: Ron ben Batia Arad, Yonatan ben Malca, Guy ben Rina, Zacharia Shlomo ben Miriam, Yehuda Nachman ben Sara, Tzvi ben Penina, Yaacov ben Sara, Ilya ben Sara, Yehoshua Michael ben Avraham, Meir bem Sara, Natanel bem Rivka

PNL Breslav:

B"H

"Quando uma pessoa cai de seu nível espiritual, o melhor conselho é para começar de novo a serviço de Hashem, como se nunca tivesse servido Hashem em sua vida. A pessoa deve reforçar-se a serviço de Hashem e não desanimar por qualquer coisa no mundo, apenas declarar um novo começo de cada vez!"

Rabi Nachman de Breslav - Likutey Moharan: I, 261

Tumba de Rabi Nachman de Breslav em Uman
Uma parte é reservada para servir de Sinagoga

Os USHPEZIN - convidados da Sucá!

Tropicasher na Sucá

Dizem os nossos Sábios (Talmud), que durante os 7 dias de Sucot,
recebemos a cada dia um Ushpezin especial (convidado em aramaico).

No 1° dia de Sucót Avraham Avinu (o Patriarca) vem nos visitar na Sucá.
No 2º dia de Sucót é Itschák Avinu  o Patriarca quem vem nos visitar na Sucá.
No 3°dia de Sucót é Yaacov Avinu  o Patriarca quem vem nos visitar na Sucá.
No 4° dia de Sucót Moshé Rabeinu (nosso Mestre) vem nos visitar na Sucá.
No 5° dia de Sucót Aharon Hacohen (o Sacerdote) vem nos visitar na Sucá.
No 6°dia de Sucót Yossef Hatsadik (José, o justo) vem nos visitar na Sucá.
No 7° dia de Sucót David Hamélech (o Rei David) vem nos visitar na Sucá.



Note que cada qual tem um predicado associado ao seu nome, de acordo com sua missão na Terra e como ele veio orientar a humanidade em geral e o povo judeu em particular. Note também que esta ordem não é cronológica, mas cabalística, pois cada um enaltece um atributo Divino: 
  • Avraham Avinu - chéssed: bondade
  • Itschák Avinu - guevurá - temeridade
  • Yaacov Avinu - tiféret: equilíbrio
  • Moshé Rabeinu - nétsach: eternidade
  • Aharon Hacohen - hod: esplendor
  • Yossef Hatsadik - yessod: fundações
  • David Hamélech - malchut: majestade


A ordem cronológica seria:
  • Avraham 
  • Itschák 
  • Yaacov 
  • Yossef 
  • Aharon  
  • Moshé 
  • David 

Seja quem for o Ushpezin, Sucót é tempo de deixar de lado as frivolidades deste
mundo e engajar-se no que realmente importa: gostar do mundo como ele é!


CURIOSIDADES SUCOTESCAS:

O 4° dia de Sucót é o Yurzeit de Rabi Nachman de Breslavmaior psicólogo de todos os rabinos.

USHPEZIN em Tropicasher pode ser dito assim: USH PÉZIN, pois na Sucá colocamos primeiro os pézinhos e depois o resto do corpo, cubrindo todo o nosso ser com esta Mitsvá. 


Etrog - uma das 4 espécies de Sucót.
As outras são: Lulav, Hadas e Aravá.





 
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