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sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Moisés e o exército de Israel - ação e religião são compatíveis.

Em Bamidbar [Números 32:1-6], parashá Matót, os filhos da tribo de Gad e Reuven se achegaram a Elazar, o Sumo Sacerdote e lhe pediram para que ficassem com as terras a Leste do Rio Jordão, boas as pastagens

Moisés interfere na conversa e diz: "Irão vossos irmãos à guerra, e vós ficareis aqui?"

Eles responderam [32:18]: "Iremos [á guerra] e não voltaremos às nossas casas até que o último dos israelitas tenha herdado seu quinhão de Terra em Israel!".

Menos mal que Moisés tomou as rédeas deste diálogo.
Fosse por \Elazar, homem puramente religioso, talvez o desfecho fosse diferente.

Mas Moisés, este sabia da necessidade de se equilibrar ação nacional com religiosa.

É sabido que muitos judeus haredim [ortodoxos não sionistas] buscam se esquivar do serviço militar em Israel alegado razões religiosas. Eles perguntaram cada qual ao seu Elazar [consultor religioso], mas não perguntaram ao "Moisés" de toda a nação, o Governo de Israel.

Há para isso uma solução em Israel, chamada de Yeshivat Hesder, um centro de estudos de Torá acoplado ao serviço militar, onde o homem forma-se como judeu e como cidadão pleno.

Todos por todos: este tem sido sempre o segredo de Israel.

Yeshivat Hesder Meir Harel

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