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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

As profecias sobre Israel que se desenrolam sob nossos próprios olhos

Semana passada o Meor Hashabat compartilhou com vocês quatro profecias da Torá sobre o povo judeu: (1) Que seriam uma Nação Eterna, embora (2) Pouco Numerosos, (3) Espalhados pelos quatro cantos do globo e que (4) muitas nações não seriam hospitaleiras conosco. Esta semana, mais duas profecias!
Alguém poderia pensar que, se os Judeus foram tão insultados, perseguidos e assassinados, teríamos pouco impacto sobre as nações que nos perseguiram e destruíram. Porém, a Torá profetisa que seremos:



5. Uma Luz para as Nações:

A Torá profetizou que os Judeus seriam uma luz para as demais nações: Eu os tornarei uma grande nação, os abençoarei e engrandecerei seu nome. Abençoarei aqueles que os abençoarem e amaldiçoarei aqueles que os amaldiçoarem (Bereshit 12:2-3). O profeta Isaías (42:6) declarou: Eu, Seu Dus, segurarei sua mão e os manterei. Estabelecerei com vocês um pacto para serem uma luz para as nações.
            Apesar de nosso pequeno número, o Povo Judeu parece ocupar um lugar não proporcional ao seu pequeno tamanho como foco de atenção do mundo. Como escreveu Mark Twain, o famoso escritor norte-americano (1835-1910): Este é um povo proeminente como nenhum outro e sua importância comercial é enormemente desproporcional em relação ao seu número. Sua contribuição para os maiores nomes nos campos da literatura, ciência, arte, música, finanças, medicina, etc, também não é proporcional ao tamanho de sua população.
            Apesar de ser o Povo mais odiado, pequeno em número e disperso por todo o globo, os Judeus são o Povo mais singular que o mundo jamais conheceu: são os responsáveis pela ideia do monoteísmo e dos padrões morais mais elevados, provenientes da crença num Dus único.
            Antes dos Judeus, o mundo antigo acreditava ser o infanticídio uma prática moralmente correta (mesmo o famoso filósofo grego Aristóteles escreveu a favor disto) e também acreditavam piamente na Lei do Mais Forte.
Foram os Judeus que deram ao mundo as ideias de respeito à vida, paz, igualdade, justiça, amor ao próximo, responsabilidade social e a santidade do ser humano.
            Hoje, na parede externa do prédio da Organização das Nações Unidas em Nova York, a esperança do mundo está belamente retratada nas palavras do profeta judeu Isaías: E transformarão suas espadas em arados e suas lanças em podadeiras. Nações não mais se levantarão contra nações nem mais aprenderão a guerrear (Isaías 2:4).

6. Interdependência da Nação com a Terra

            A Torá profetizou que a Terra de Israel seria um lugar rico e fértil enquanto os Judeus a habitassem [Eu vim resgatá-los do poderio egípcio. Vou levá-los a uma terra boa e espaçosa, uma terra onde flui leite e mel (Shemót 3:8)”], mas tornar-se-ia estéril e desolada quando fossem exilados [Deixarei sua terra tão devastada que seus inimigos que vivem lá ficarão surpresos... Sua terra permanecerá desolada e suas cidades em ruínas (Vaikrá 26:32-33)].
            Durante os 2.000 anos de exílio do Povo Judeu de sua terra, numerosos impérios conquistaram a região e incontáveis guerras foram realizadas por sua posse. Mesmo assim, espantosamente, nenhum conquistador teve sucesso em estabelecer-se permanentemente ou fazer o deserto florescer.
            Mark Twain, que visitou Israel em 1867, descreveu o que viu: Cruzamos algumas milhas deste país desolado, cujo solo é rico, porém abandonado às ervas daninhas. Enormes extensões tristes e silenciosas... Há uma tal desolação aqui que nem a melhor das imaginações consegue imaginar uma possível presença de vida e ação humana. Quanto mais andávamos, mais sentíamos o sol quente, mais pedregosa e estéril, repulsiva e sombria a paisagem se tornava (The Innocents Abroad Vol. II).
            A transformação da terra do leite e mel em um deserto é um fenômeno único nos anais da História. Agora que os Judeus estão retornando a Israel, novamente a terra começou a florescer!

            
FONTE: MEOR HASHABAT, adaptado para este blog.

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