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quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

Podemos ver Hashem em tudo. Em tudo mesmo? Olhem este caso.

Hoje precisei fazer uma transação bancária: emitir um cartão de débito temporário na cidade A, sendo que a minha conta está na cidade B. 

Estamos no meio de uma pandemia, e a locomoção entre as cidades é mais delicada. 

A gerente da cidade B disse que o cartão deve ser emitido onde eu estou, na cidade A

Fui ao banco da cidade A. 

A gerente disse que não pode emitir o cartão, porque a conta fica na cidade B. 

Uma não queria ligar para a outra, por motivos de ego bancário. 

Então decidir apelar para o Gerente de todos os bancos: Hashem. 

De repente, a gerente disse que emitiria o cartão e que eu deveria assinar um requerimento.

Assinei.

Minutos depois ela volta com o cartão, mas diz que as assinaturas não conferem: a do requerimento e aquela que usei no dia em que abri a conta, há mil anos atrás.

Assinei de novo. E de novo. E de novo. E de novo. E de novo... elevado a "de novo".

Disse que estava desacostumado de assinar pelo uso continuo de computador, que nos desacostuma de escrever e porque hoje quase tudo é feito online, sem precisar assinar.

Ela disse: "te entendo, mas as assinaturas precisam conferir, do contrário nicas de cartão". 

Baixei a cabeça e pedi a Hashem mais uma vez, dizendo que eu sei que Ele é que está por trás disso e que aceito a Sua decisão, seja ela qual for . 

Dai me veio uma idéia: desenhei à gerente como eu assino: primeiro faço isso, depois isso, depois isso, e termino deste modo... 

E não é que o desenho ficou idêntico ao que ela tinha na tela, virado para ela?!!

Pasma, emitiu o cartão e passei já a usar.

Quando saía da agência, vi um papelzinho de senha no chão. 

Era o único que estava lá. O resto do chão estava limpo. 

Nele, estava o valor numérico hebraico do Tetragrama, o Nome mais Sagrado de  Hashem. 

 


Estreei o cartão tirando um dinheirinho do caixa automático, que guardei para Chanucá.

E você, onde viu o Nome de Hashem hoje?

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